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Liderança na Era da Turbulência Econômica - Ram Charan

Liderança na Era da Turbulência Econômica

Ram Charan está de volta com Liderança na era da turbulência econômica. Nele, o consultor faz uma visita guiada aos campos minados do cenário empresarial, onde mercados em contração, falta de liquidez e incertezas representam as novas normas com as quais as empresas têm de conviver. Seguidor do lema de que as fraquezas se podem transformar em boas oportunidades.

 



Categoria: Livros
Escrito por Fábio Magina às 12h34
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Casa ecológica faz família gerar pouco lixo

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/863395-casa-ecologica-faz-familia-gerar-pouco-lixo.shtml

Casa ecológica faz família gerar pouco lixo DA BBC BRASIL Os Lindell, uma típica família da classe média da Suécia, aceitou o desafio de reduzir as emissões individuais de cada um dos seus quatro integrantes de 6 ou 7 toneladas/ano para apenas uma. Para isso, se mudaram por seis meses para uma casa ecológica nos arredores de Estocolmo. Clique aqui para ver o vídeo A construção tem paredes triplas, superisolamento térmico e células fotovoltaicas que - mesmo no alto do hemisfério norte - devem fornecer toda a energia necessária. Deve sobrar eletricidade até para alimentar um carro. Mas a família vai ter que fazer sacrifícios. "O projeto se chama Vida de Uma Tonelada (One Tonne Life) e é um desafio para a família viver da forma mais climaticamente correta, reduzindo a pegada de carbono anual para o equivalente a uma tonelada de carbono por pessoa", afirmou o pai, Niels Lindell. A comida consumida, as roupas e até os móveis que forem comprados entram no cálculo de carbono utilizado. Até celulares e outros eletrônicos vão ter que ser controlados, se a família realmente quiser atingir as metas. A família diz estar preparada até para mudar hábitos alimentares.



Categoria: Link
Escrito por Fábio Magina às 12h30
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O Elemento-Chave - Ken Robinson

O Elemento Chave - Ken Robinson

Elemento-Chave

Nascemos com extraordinários poderes de imaginação, inteligência, sensibilidade, intuição, espiritualidade e percepção física e sensorial, mas usamos apenas uma fração, ou nem isso, dos nossos talentos. O objetivo deste livro é fazer você ver com clareza certos conceitos que talvez já tenha percebido intuitivamente e inspirá-lo a encontrar seu Elemento.

Tradução: Evelyn Kay Massaro

  • Editora: Ediouro
  • Autor: KEN ROBINSON
  • ISBN: 9788500024306
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2010
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 264
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio


  • Categoria: Livros
    Escrito por Fábio às 21h52
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    Oito dicas para abrir uma empresa

    Oito dicas para abrir uma empresa

    Especialistas orientam o empresário nas principais etapas para começar um novo negócio

    Por Andressa Trindade
    Começar um negócio de sucesso não é só encontrar um ramo de atuação, um nicho de mercado e o perfil certeiro de cliente. No processo de abertura da empresa em si, é preciso estar atento em todos os passos e detalhes mais técnicos desse processo, como o contrato social, a tributação e a escolha do imóvel. São questões importantes que, se mal resolvidas, podem atrapalhar os planos do empresário. Confira a seguir oito dicas de especialistas para enfrentar esses passos de maneira mais eficiente e segura.

    1. Confecção do contrato social

    Na abertura do negócio, o empresário deve atentar na confecção do contrato social, em que são relacionados aspectos práticos do funcionamento do negócio, como definição básica da empresa (nome, endereço e atividade), o capital social (valor ou bens investidos), a relação entre os sócios e a divisão dos lucros.

    Uma maneira de agilizar o registro do contrato social é procurar o sindicato da categoria da empresa e verificar se possui um posto avançado da junta comercial. Assim, o procedimento, que geralmente demora cinco dias para ser concluído, pode ficar pronto em 24 horas.

    De acordo com o contador Vicente Sevilha Júnior, autor do livro Assim Nasce Uma Empresa (editora Brasport, R$ 59), é importante ter certeza dos termos especificados no contrato social, porque mudanças de regras, ou seja, alterações contratuais, implicam refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As modificações, no caso das sociedades limitadas, só podem ser feitas se 75% do capital estiver de acordo. Erros formais, como grafias incorretas, são facilmente resolvidas com retificações no contrato.

    2. Escolha do melhor regime de tributação

    Na hora de abrir a empresa, o empreendedor deve estudar os três regimes de tributação existentes – Simples, lucro presumido e lucro real – e decidir qual deles é o mais indicado para o negócio. “No início das atividades, a tendência é usar o lucro presumido ou Simples. Como não há histórico, é difícil prever qual será margem de lucro efetiva. Se o negócio indica prejuízos consideráveis nos primeiros anos, o lucro real é o melhor negócio”, afirma Sevilha Júnior.

    No sistema do Simples, permitido para empresas com faturamento anual de até R$ 2,4 milhões, a cota de pagamento de imposto varia de acordo com a atividade e o porte da empresa e é crescente em relação ao faturamento – quanto mais a empresa fatura, maior é o valor desse tributo. As alíquotas variam de 4% a 27,9% do faturamento.

    3. Escolha do imóvel

    Ao instalar a estrutura física do negócio, o empresário deve escolher um local que seja adequado para o seu público-alvo. “Se as classes A e B são o foco do negócio, é interessante oferecer espaço para estacionamento; e se o perfil está nas classes C e D, o empreendedor deve procurar locais mais populares, com fácil acesso a transportes públicos”, exemplifica Sandra Fiorentini, consultora jurídica do Sebrae-SP.

    Em relação aos contratos de locação, a consultora observa que muitos empresários costumam alugar o imóvel comercial por um ano apenas. “Eles devem pensar se é por um ano que querem ter a empresa. Por isso é interessante procurar fazer o contrato com o prazo máximo, normalmente de cinco anos. Assim o empreendedor garante o direito de ficar naquele local por pelo menos esse período”, explica Fiorentini.

    Com esse contrato, o empresário também tem chances de ser beneficiado com a possibilidade de ação renovatória da locação, que permite mais cinco anos de aluguel, desde que o pedido seja feito até seis meses antes do término do contrato. Outros aspectos que necessitam atenção são negociação de carência para pagamento do aluguel e percentuais de reajuste – itens que podem causar conflito entre inquilino e proprietário.

    4. Registros do imóvel e licenças

    Antes de assinar um contrato de aluguel, é essencial verificar qual é a condição do Habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento). Em algumas áreas, não é permitido funcionamento de atividades comerciais. Além disso, imóveis que têm declaração residencial não devem ser usados para fins comerciais.

    Quando a empresa já está legalmente constituída, com contrato social, CNPJ e inscrições, zoneamento e Habite-se regularizados, o empresário consegue o alvará de funcionamento. A emissão do documento é taxada pelas prefeituras, com valor aproximado de R$ 100. “Recomendo que a solicitação do alvará seja feita por um engenheiro, que é um profissional qualificado para avaliar zoneamento, Habite-se e condições do imóvel”, afirma Sevilha Júnior.

    Outras licenças também podem ser necessárias e dependem da atividade da empresa. Uma indústria, por exemplo, precisa de uma licença ambiental, que vai analisar a melhor maneira para cuidar dos resíduos gerados durante a produção. Em São Paulo, o documento é emitido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

    5. Contratação inicial de mão de obra

    O plano de negócios, feito antes de a empresa começar a funcionar, deve conter um cálculo cuidadoso do volume de operações do empreendimento e do número de funcionários necessário para manter essa atividade.

    Para Sandra Fiorentini, consultora jurídica do Sebrae-SP, o empresário precisa verificar a sazonalidade do negócio que vai iniciar e, a partir disso, quantos funcionários deverá ter e quantas horas deverão trabalhar. De acordo com Sandra, o contrato chamado “a tempo parcial” permite uma jornada de trabalho de até 25 horas semanais, sem hora extra e com registro em carteira de trabalho. O modelo é adequado, por exemplo, para o segmento de lojas e restaurantes: com demanda de clientes maior nos finais de semana, é necessária a contratação de mão de obra para esses dias específicos. O empresário remunera esse profissional multiplicando o valor por hora do piso salarial da categoria pelo número de horas trabalhadas. “Assim, não há ociosidade de funcionários, há considerável redução de custos e a prática está totalmente de acordo com a lei”, afirma Sandra.

    6. Cálculo dos custos de abertura da empresa

    Além dos custos com infraestrutura e pessoal, é preciso levar em consideração os custos com a abertura da empresa em si. Os principais gastos para abrir uma empresa são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, além de outras que variam entre estados. Segundo Sandra Fiorentini, do Sebrae-SP, o custo total é de entre R$ 700 e R$ 2 mil.

    O empresário pode fazer a opção de contratar um profissional apenas para resolver a burocracia, como um despachante ou um consultor, como geralmente fazem os contadores. Esse tipo de escolha influencia os gastos de abertura do negócio. Sevilha Júnior afirma que o preço dos escritórios contábeis pode variar até 200%, mas normalmente fica em torno de R$ 1.500. Advogados também podem ser contratados para orientação e também para serviços mais técnicos.

    7. Pagamento de pró-labore e lucros

    Um erro muito comum do empresário, segundo Vicente Sevilha Júnior, é se esquecer de contabilizar o seu próprio pagamento pelo trabalho que realiza no negócio. “Na hora de montar uma empresa, todas as contas dos gastos mensais são feitas, mas os empresários esquecem que precisam de um salário para passar o mês. Essa remuneração é chamada de pró-labore e deve fazer parte dos custos”, esclarece.

    Os sócios que trabalham diretamente na administração do negócio têm direito a receber essa remuneração tributada, que corresponde a um salário compatível com a função desempenhada. “A melhor regra para definir esse valor é ter como base os salários de mercado”, explica Sevilha Júnior. Desde 2003, a legislação permite que administradores não-sócios também recebam pró-labore.

    A distribuição de lucros deve ser feita na mesma proporção do valor investido na empresa. Outra maneira de pagamento para sócios são os juros sobre capital próprio, referentes ao valor que foi investido, por exemplo, na compra de máquinas e equipamentos.

    8. Escolha do contador

    Para escolher um profissional sério e capacitado, principalmente que dê orientação ao empresário iniciante, é aconselhável fazer uma pesquisa do registro do profissional no Conselho Regional de Contabilidade – em alguns estados, é possível fazer a consulta pela internet. Sevilha Júnior também recomenda visitas ao escritório do profissional e conversas com outros clientes atendidos por ele. “Uma sugestão é procurar profissionais que atendam empresas do mesmo segmento do empreendedor”, afirma Sandra Fiorentini.

    Link do artigo: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI197684-17189,00-OITO%20DICAS%20PARA%20ABRIR%20UMA%20EMPRESA.html



    Categoria: Artigos Lidos - Indico
    Escrito por Fábio às 21h45
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    Você sabe que tem um exercício de planejamento benfeito se todos que trabalham contigo sabem quais são os principais objetivos da empresa para aquele ano

    Como faço um planejamento estratégico para 2011?

    Você sabe que tem um exercício de planejamento benfeito se todos que trabalham contigo sabem quais são os principais objetivos da empresa para aquele ano - Por Daniel Heise*

    “Estou com uma imensa dificuldade para fazer um planejamento estratégico para minha empresa para 2011. Pois 2010 já está no fim, e eu estou ‘perdidaço’, sem saber como montar um planejamento estratégico. Tem alguma ferramenta pronta para isso? Quero muito melhorar o desempenho da minha empresa em 2011. Tenho uma confecção e vendo no atacado.”
    Georges Barakat


    Georges,

    Planejar é essencial, mas o plano em si muitas vezes acaba sendo irrelevante. Explico. Os cenários mudam constantemente e o mercado que imaginamos em dezembro dificilmente é o mesmo em março, quem dirá um ano inteiro depois.

    Mesmo tendo a consciência de que a realidade muda mais rápido do que podemos prever, o exercício de planejar é fundamental para o sucesso do negócio. O planejar tira as coisas da cabeça do dono e bota-as no papel ou na parede para que todos possam ver, inclusive ele mesmo. Se deixamos tudo dentro da nossa cabeça, achando que os outros estão pensando a mesma coisa, estamos fadados a desentendimentos e problemas. O planejar acaba sendo uma ferramenta essencial para o trabalho em equipe.

    Você sabe que tem um exercício de planejamento benfeito se todos que trabalham contigo sabem quais são os principais objetivos da empresa para aquele ano, por que esses objetivos foram escolhidos e quais serão os impactos se eles forem ou não atingidos. Além disso, a empresa se mantém adaptável ao longo do ano para as mudanças que inevitavelmente acontecerão.

    Não acredito muito em ferramentas prontas, o importante é a interação entre as pessoas, a descrição dos cenários, dos objetivos e dos projetos que serão buscados ao longo do ano.

    Outro exercício que fazemos e eu recomendo fortemente é a criação dos "E se?". Sem julgamentos, restrições ou gozações, os membros da equipe criam cenários totalmente fora do padrão. Exemplo: "E se surgir um novo tecido com propriedades nunca imaginadas (como um material autolimpante) e a demanda por isso explodir?" Ou ainda: "E se o dólar cair para R$1,20 e os tecidos importados ficarem 30% mais baratos?"

    A maioria dessas viagens acaba não servindo para muita coisa, mas uma vez ou outra uma ideia aparentemente absurda ou tola, surgida num exercício desses, acaba mudando o rumo de uma empresa e a vida de milhões de pessoas.

    * Daniel Heise é empreendedor em série e sócio-fundador do Grupo Direct

    Tem dúvidas sobre empreendedorismo? Mande a sua questão para especialistapegn@edglobo.com.br. Daniel Heise responde sobre o tema aqui no site da Pequenas Empresas uma vez por mês. Clique aqui para ver as questões já respondidas por ele.

    Link do artigo: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI197406-17161,00-COMO%20FACO%20UM%20PLANEJAMENTO%20ESTRATEGICO%20PARA.html

     



    Categoria: Artigos Lidos - Indico
    Escrito por Fábio às 21h41
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    Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil - Leandro Narloch

    Trecho de Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, de Leandro Narloch

     

    Cinco verdades que você não deveria conhecer

    Em 1646, os jesuítas que tentavam evangelizar os índios no Rio de Janeiro tinham um problema. As aldeias onde moravam com os nativos ficavam perto de engenhos que produziam vinhos e aguardente. Bêbados, os índios tiravam o sono dos padres. Numa carta de 25 de julho daquele ano, Francisco Carneiro, o reitor do colégio jesuíta, reclamou que o álcool provocava "ofensas a Deus, adultérios, doenças, brigas, ferimentos, mortes" e ainda fazia o pessoal faltar às missas. Para acabar com a indisciplina, os missionários decidiram mudar três aldeias para um lugar mais longe, de modo que não ficasse tão fácil passar ali no engenho e tomar umas. Não deu certo. Foi só os índios e os colonos ficarem sabendo da decisão para se revoltarem juntos. Botaram fogo nas choupanas dos padres, que imediatamente desistiram da mudança.

    Os anos passaram e o problema continuou. Mais de um século depois, em 1755, o novo reitor se dizia contrariado com os índios por causa do "gosto que neles reina de viver entre os brancos". Era comum fugirem para as vilas e os engenhos, onde não precisavam obedecer a tantas regras. O reitor escreveu a um colega dizendo que eles "se recolhem nas casas dos brancos a título de os servir; mas verdadeiramente para viver a sua vontade e sem coação darem-se mais livremente aos seus costumados vícios". O contrário também acontecia. Nas primeiras décadas do Brasil, tantos portugueses iam fazer festa nas aldeias que os representantes do reino português ficaram preocupados. Enquanto tentavam fazer os índios viver como cristãos, viam os cristãos vestidos como índios, com várias mulheres e participando de festas no meio das tribos. Foi preciso editar leis para conter a convivência nas aldeias. Em 1583, por exemplo, o conselho municipal de São Paulo proibiu os colonos de participar de festas dos índios e "beber e dançar segundo seu costume". 2

    Os historiadores já fizeram retratos bem diversos dos índios brasileiros. Nos primeiros relatos, os nativos eram seres incivilizados, quase animais que precisaram ser domesticados ou derrotados. Uma visão oposta se propagou no século 19, com o indianismo romântico, que retratou os nativos como bons selvagens donos de uma moral intangível. Parte dessa visão continuou no século 20. Historiadores como Florestan Fernandes, que em 1952 escreveu A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá , montaram relatos onde a cultura indígena original e pura teria sido destruída pelos gananciosos e cruéis conquistadores europeus.

    Os índios que ficaram para essa história foram os bravos e corajosos que lutaram contra os portugueses. Quando eram derrotados e entravam para a sociedade colonial, saíam dos livros. Apesar de tentar dar mais valor à cultura indígena, os textos continuaram encarando os índios como coisas, seres passivos que não tiveram outra opção senão lutar contra os portugueses ou se submeter a eles. Surgiu assim o discurso tradicional que até hoje alimenta o conhecimento popular e aulas da escola. Esse discurso nos faz acreditar que os nativos da América viviam em harmonia entre si e em equilíbrio com a natureza até os portugueses chegarem, travarem guerras eternas e destruírem plantas, animais, pessoas e culturas.

    Na última década, a história mudou outra vez. Uma nova leva de estudos, que ainda não se popularizou, toma a cultura indígena não como um valor cristalizado. Sem negar as caçadas que os índios sofreram, os pesquisadores mostraram que eles não foram só vítimas indefesas. A colonização foi marcada também por escolhas e preferências dos índios, que os portugueses, em número muito menor e precisando de segurança para instalar suas colônias, diversas vezes acataram. Muitos índios foram amigos dos brancos, aliados em guerras, vizinhos que se misturaram até virar a população brasileira de hoje. "Os índios transformaram-se mais do que foram transformados", afirma a historiadora Maria Regina Celestino de Almeida na tese Os Índios Aldeados no Rio de Janeiro Colonial , de 2000. As festas e bebedeiras de índios e brancos mostram que não houve só tragédias e conflitos durante aquele choque das civilizações. Em pleno período colonial, muitos índios deviam achar bem chato viver nas tribos ou nas aldeias dos padres. Queriam mesmo era ficar com os brancos, misturar-se a eles e desfrutar das novidades que traziam.

    O contato das duas culturas merece um retrato ainda mais distinto, até grandiloquente. Quando europeus e ameríndios se reencontraram, em praias do Caribe e do Nordeste brasileiro, romperam um isolamento das migrações humanas que completava 50 mil anos. É verdade que o impacto não foi leve – tanto tempo de separação provocou epidemias e choques culturais. Mas eles aconteceram para os dois lados e não apagam uma verdade essencial: aquele encontro foi um dos episódios mais extraordinários da história do povoamento do ser humano sobre a Terra, com vantagens e descobertas sensacionais tanto para os europeus quanto para centenas de nações indígenas que viviam na América. Um novo ponto de vista sobre esse episódio surge quando se analisa alguns fatos esquecidos da história de índios e portugueses.

    Quem mais matou índios foram os índios

    Uma das concepções mais erradas sobre a colonização do Brasil é acreditar que os portugueses fizeram tudo sozinhos. Na verdade, eles precisavam de índios amigos para arranjar comida, entrar no mato à procura de ouro, defender-se de tribos hostis e até mesmo para estabelecer acampamentos na costa.

    Descer do navio era o primeiro problema. Os comandantes das naus europeias costumavam escolher bem o lugar onde desembarcar, para não correr o risco de serem atacados por índios nervosos e nuvens de flechas venenosas. Tanto temor se baseava na experiência. Depois de meses de viagem nas caravelas, os navegadores ficavam mal nutridos, doentes, fracos, famintos e vulneráveis. Chegavam a lugares desconhecidos e frequentemente tinham azar: levavam uma surra e precisavam sair às pressas das terras que achavam ter conquistado. Acontecia até de terem que mendigar para arranjar comida, como na primeira viagem de Vasco da Gama 3 à Índia, em 1498.

    O tratamento foi diferente no Brasil, mas nem tanto. Os portugueses não eram seres onipotentes que faziam o que quisessem nas praias brasileiras. Imagine só. Você viaja para o lugar mais desconhecido do mundo, que só algumas dúzias de pessoas do seu país visitaram. Há sobre o lugar relatos tenebrosos de selvagens guerreiros que falam uma língua estranha, andam nus e devoram seus inimigos – ao chegar, você percebe que isso é verdade. Seu grupo está em vinte ou trinta pessoas; eles, em milhares. Mesmo com espadas e arcabuzes, sua munição é limitada, o carregamento é demorado e não contém os milhares de flechas que eles possuem. Numa condição dessas, é provável que você sentisse medo ou pelo menos que preferisse evitar conflitos. Faria algumas concessões para que aquela multidão de pessoas estranhas não se irritasse.

    Para deixar os índios felizes, não bastava aos portugueses entregar-lhes espelhos, ferramentas ou roupas. Eles de fato ficaram impressionados com essas coisas (veja mais adiante) , mas foi um pouco mais difícil conquistar o apoio indígena. Por mais revolucionários que fossem as roupas e os objetos de ferro europeus, os índios não viam sentido em acumular bens: logo se cansavam de facas, anzóis e machados. Para permanecerem instalados, os recém-chegados tiveram que soprar a brasa dos caciques estabelecendo alianças militares com eles. Dando e recebendo presentes, os índios acreditavam selar acordos de paz e de apoio quando houvesse alguma guerra. E o que sabiam fazer muito bem era se meter em guerras.

    O massacre começou muito antes de os portugueses chegarem. As hipóteses arqueológicas mais consolidadas sugerem que os índios da família linguística tupi-guarani, originários da Amazônia, se expandiam lentamente pelo Brasil. Depois de um crescimento populacional na floresta amazônica, teriam enfrentado alguma adversidade ambiental, como uma grande seca, que os empurrou para o Sul. À medida que se expandiram, afugentaram tribos então donas da casa. Por volta da virada do primeiro milênio, enquanto as legiões romanas avançavam pelas planícies da Gália, os tupis-guaranis conquistavam territórios ao sul da Amazônia, exterminando ou expulsando inimigos. 4 Índios caingangues, cariris, caiapós e outros da família linguística jê tiveram que abandonar terras do litoral e migrar para planaltos acima da serra do Mar.

    Em 1500, quando os portugueses apareceram na praia, a nação tupi se espalhava de São Paulo ao Nordeste e à Amazônia, dividida em diversas tribos, como os tupiniquins e os tupinambás, que disputavam espaço travando guerras constantes entre si e com índios de outras famílias linguísticas. Não se sabe exatamente quantas pessoas viviam no atual território brasileiro – as estimativas variam muito, de 1 milhão a 3,5 milhões de pessoas, divididas em mais de duzentas culturas. Ainda demoraria alguns séculos para essas tribos se reconhecerem na identidade única de índios, um conceito criado pelos europeus. Naquela época, um tupinambá achava um botocudo tão estrangeiro quanto um português. Guerreava contra um tupiniquim com o mesmo gosto com que devorava um jesuíta. Entre todos esses povos, a guerra não era só comum – também fazia parte do calendário das tribos, como um ritual que uma hora ou outra tinha de acontecer. Sobretudo os índios tupis eram obcecados pela guerra. Os homens só ganhavam permissão para casar ou ter mais esposas quando capturassem um inimigo dos grandes. Outros grupos acreditavam assumir os poderes e a perspectiva do morto, passando a controlar seu espírito, como uma espécie de bicho de estimação. Entre canibais, como os tupinambás , prisioneiros eram devorados numa festa que reunia toda a tribo e convidados da vizinhança.

    Com a vinda dos europeus, que também gostavam de uma guerra, esse potencial bélico se multiplicou. Os índios travaram entre si guerras duríssimas na disputa pela aliança com os recém-chegados. Passaram a capturar muito mais inimigos para trocar por mercadorias. Se antes valia mais a qualidade, a posição social do inimigo capturado, a partir da conquista a quantidade de mortes e prisões ganhou importância. Por todo o século 16, quando uma caravela se aproximava da costa, índios de todas as partes vinham correndo com prisioneiros – alguns até do interior, a dezenas de quilômetros. Os portugueses, interessados em escravos, compravam os presos com o pretexto de que, se não fizessem isso, eles seriam mortos ou devorados pelos índios. Em 1605, o padre Jerônimo Rodrigues, quando viajou ao litoral de Santa Catarina, ficou estarrecido com o interesse dos índios em trocar gente, até da própria família, por roupas e ferramentas:

    Tanto que chegam os correios ao sertão, de haver navio na barra, logo mandam recado pelas aldeias para virem ao resgate. E para isso trazem a mais desobrigada gente que podem, scilicet , moços e moças órfãs, algumas sobrinhas, e parentes, que não querem estar com eles ou que os não querem servir, não lhe tendo essa obrigação; a outros trazem enganados, dizendo que lhe farão e acontecerão e que levarão muitas coisas [...]. Outro moço vindo aqui onde estávamos, vestido em uma camisa, perguntando-lhe quem lha dera, respondeu que vindo pelo navio dera por ela e por alguma ferramenta um seu irmão; outros venderam as próprias madrastas, que os criaram, e mais estando os pais vivos.

    Link: http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/guia-politicamente-incorreto-da-historia-do-brasil.shtml

     



    Categoria: Livros
    Escrito por Fábio às 21h38
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    20 empresas-modelo em responsabilidade socioambiental no Brasil

    http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/as-20-empresas-modelo-em-responsabilidade-socioambiental?p=20#link

    20 empresas-modelo em responsabilidade socioambiental no Brasil Vanessa Barbosa, de EXAME.com



    Categoria: Link
    Escrito por Fábio às 21h35
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    Por um consumo e mercado mais sustentável

    Por um consumo e mercado mais sustentável

    Parece que os brasileiros começaram a dar mais atenção para o consumo de produtos sustentáveis. Ao menos é o que comprova os dados da Kantar WorldPanel, especializada em pesquisas de consumo familiar. O estudo indica que 73% dos consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro responderam "sim" quando perguntados se aceitariam pagar mais por produtos que contribuem com o meio ambiente.
    Com a popularização de questões ambientais, como as mudanças climáticas e seus efeitos, as pessoas passaram a se interessar mais por questões relacionadas ao meio ambiente, procurando mudar alguns hábitos em prol do coletivo e se predispondo a pagar mais por bens ou serviços menos impactantes. O reflexo disto, captado por algumas pesquisas com o mesmo foco, é que as pessoas estão dispostas a pagar até 10% a mais por produtos que causem menos impactos socioambientais.
     “A geração 2010 é a que adquiriu os direitos emocionais de dizer ‘eu não preciso’, o que é uma grande ameaça às empresas que não se adequarem”, explica o sociólogo Dario Caldas, da empresa de pesquisas de opinião, Observatório de Sinais (ODES).
    Por outro lado, 44% desses brasileiros acreditam que as empresas praticam uma greenwashing (lavagem verde), ou seja, realizam ações ambientais somente por marketing e não incorporam os conceitos nos seus processos de produção. É o que comprova um estudo realizado pela Our Green World (Nosso Mundo Verde), da TNS Research International.
    De uma forma ou de outra, esses dados comprovam que o Brasil possui um grande mercado de sustentabilidade a ser explorado.
    Uma das saídas apontadas por Caldas pode ser, por exemplo, a aplicação de tecnologia para desenvolver produtos e serviços com menor impacto socioambientais. “A sustentabilidade será a saída para o capitalismo. Imagine quanto investimento seria necessário para a reconstrução de um modelo de mundo sustentável?”, diz.
    Para Newton Figueiredo, da consultoria SustentaX, praticar sustentabilidade empresarial significa garantir rentabilidade e perenidade no curto, médio e longo prazos. Só que isso precisa ser feito com ética e responsabilidade socioambiental, buscando retornos compartilhados entre empresa e sociedade. “Há uma enorme revolução que precisa ser feita nas cadeias de varejo e as que conseguirem atender ao que os consumidores brasileiros estão sinalizando serão as novas líderes”, explica.
    Ou seja, a prática de algumas ações sustentáveis podem contribuir com o consumidor, o mercado e o planeta.

    Por Elaine Medeiros
    Fontes: Jusbrasil e Terra

    Link do artigo: http://www.docodigoaocompromisso.com.br/noticias/202-por-um-consumo-e-mercado-mais-sustentavel

     



    Categoria: Artigos Lidos - Indico
    Escrito por Fábio às 21h33
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    Após perder o emprego durante a crise, americano de 60 anos dá a volta por cima e abre doze sites de serviços

    Após perder o emprego durante a crise, americano de 60 anos dá a volta por cima e abre doze sites de serviços

    Agência de viagem, loja de artigos esportivos e um centro de pesquisa de emprego estão entre os negócios do empreendedor - Da redação

    Após ser demitido por conta da recessão na economia americana causada pela crise em 2008, o corretor de imóveis Bob Bernstein, de 60 anos, resolveu empreender na internet e criar empregos, em vez de procurar por um. "Como todo mundo, eu me perguntei, o que eu faço agora?", lembra.

    A solução foi encontrada na internet. Juntou-se à DevHub.com, start-up que desenvolve sites, e criou doze negócios diferentes, entre eles o DealstoVegas.com, agência de descontos em viagens, o Outtrek.com, loja de artigos esportivos ao ar livre, o Careersquick.com, centro de pesquisa de emprego, e o RXCare.org, site dedicado à comparação de cotações de seguros de saúde.

    Até o momento, o negócio mais lucrativo Bernstein é o ZipQuote.com. O negócio está indo tão bem que moveu para fora da plataforma DevHub e agora trabalha integralmente na empresa. Além disso, está investindo na divulgação e em estratégias de marketing.

    O empreendedor diz estar absolutamente satisfeito com o rumo de sua vida e seus negócios. "Eu consigo trabalhar em casa, estou totalmente concentrado no que faço, porque sei que é tudo por minha família e o nosso futuro, e estou construindo um negócio que é meu. É absolutamente gratificante e totalmente satisfatório. Eu poderia fazer isso dezesseis horas por dia", diz.

    Link do artigo: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI183416-17180,00-APOS%20PERDER%20O%20EMPREGO%20DURANTE%20A%20CRISE%20AMERICANO%20DE%20ANOS%20DA%20A%20VOLTA%20POR%20CIMA.html

     



    Escrito por Fábio às 21h29
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    4 portais de negócios para iniciantes

    4 portais de negócios para iniciantes - por Marisa Adán Gil

    Conseguir financiamento para a sua ideia, localizar fornecedores na sua região, entrar em contato com outros empreendedores, divulgar o negócio: as redes sociais voltadas para os empresários prometem tornar mais fáceis essas tarefas

    Link do artigo: http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,43860123,00.jpg



    Categoria: Artigos Lidos - Indico
    Escrito por Fábio às 21h27
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    Ferramentas de Logística

    FERRAMENTAS DE LOGÍSTICA - Por: Amarildo Nogueira

    Grande atenção tem sido dada aos sistemas chamados SCM (Supply Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos), desde o começo dos anos de 1990. Este, tem a função de coordenar o gerenciamento do fluxo de materiais e informações, acompanhando toda atividade relacionada com produtos desde o recebimento do pedido de vendas (ou previsão de vendas) até a entrega ao cliente.

    Nos dias de hoje, muitas empresas já trabalham utilizando os princípios da logística, que dá o suporte necessário para o bom desempenho do SCM, e vem obtendo sucesso significativo no mercado em que atuam.

     

    A logística quando bem estruturada trará alguns benefícios como:

      • Redução do valor de estoque
      • Redução na falta de material
      • Melhoria no atendimento aos clientes
      • Aumento da eficiência operacional
      • Níveis de estoque mais focados com a realidade da demanda
      • Cumprimento dos prazos de entrega, por se obter maior velocidade.

     

    Além destes, podemos obter outros mais; isto dependerá do ramo de atividade em que a empresa atua. Cada uma deve estudar e analisar a sua Cadeia de Suprimentos para implementar as melhores práticas.

    Quando falamos de ferramentas logísticas, estamos falando de uma maneira apropriada de administrar nosso estoque. Caberá a cada um de nós profissionais de logística analisarmos e sabermos qual delas se aplicará melhor à nossa realidade.

    Não adianta termos somente os melhores softwares se não tivermos a(s) melhor(es) ferramenta(s) para nos auxiliar em nossa logística, pessoal treinado e qualificado para executá-las. A tecnologia está sempre presente. Nossos softwares trabalham de acordo com as informações que alimentamos nosso sistema, para nos dar as informações que solicitarmos, no momento em que precisarmos.

    As ferramentas logísticas são filosofias de trabalho que auxiliam as organizações para otimização do SCM.

    Seguem algumas das ferramentas mais utilizadas nas empresas, para que possamos conhecê-las melhor e analisarmos qual delas devemos aplicar de acordo com a realidade de nossa empres

    JIT – Just In Time

    O Just in time surgiu no Japão, em meados da década de 70. Sua idéia básica e seu desenvolvimento, são creditados à Toyota Motor Comapny, que buscava um sistema de administração que pudesse coordenar, precisamente a produção, com a demanda específica de diferentes modelos e cores de veículos, com o tempo mínimo de atraso. O sistema de “puxar a produção à partir da demanda, produzindo em cada estágio somente os ítens necessários, nas quantidades necessárias e no momento necessário”. O JIT é muito mais que uma técnica ou um conjunto de técnicas de administração da produção, é considerado como uma ferramenta que inclui aspéctos de administração de materiais, gestão da qualidade, arranjo físico, organização do trabalho, gestão de recursos humanos, entre outros.

    KANBAN

    Metodologia de programação de compras, produção e controle de estoques extremamente precisa e ao mesmo tempo barata; que se utiliza de cartões, que permitem o controle visual da posição de estoque de qualquer ítem, a qualquer momento.

    Cross-Docking

    Cross-Docking é um método que movimenta os produtos de um fornecedor através de um centro de distribuição, ou não, sem armazenar o produto por um longo tempo, permitindo a uma companhia acelerar o fluxo dos produtos para o consumidor.

    VMI - Vendor Managent Inventory.

    Gerenciamento do estoque do cliente, efetuado pelo fornecedor com parâmetros acordados entre as duas partes.

    Condomínio ou Just-In-Sequence

    Sistema de fornecimento onde os fornecedores estão instalados nas imediações das empresas, abastecendo as mesmas diretamente na linha de produção. Em seqüência, pré-estipula em tempos determinados.

    Consórcio Modular

    Sistema de parceria entre modulistas e empresas, onde os fornecedores estão instalados dentro da planta das empresas e participam diretamente da produção das mesmas.

    Milk Run

    “É um sistema de coleta programada de materiais, que utiliza um único equipamento de transporte, normalmente de algum Operador Logístico, para realizar as coletas em um ou mais fornecedores e entregar os materiais no destino final, sempre em horários pré-estabelecidos.”

    Transit Point

    Tem como objetivo atender à determinada região, distante da fonte de abastecimento. Em um veículo maior, como uma carreta, as cargas são consolidadas e enviadas, serão repassadas em um local pré-determinado para outros veículos menores, facilitando o acesso até entrega ao cliente.

    Os fornecedores precisam estar em sintonia com nossas implementações. Hoje, fala-se muito em alianças estratégicas, principalmente fornecedor / cliente, pois, se ambos não trabalharem em conjunto, dificilmente obterão bons resultados. É necessário que ambos dividam a responsabilidade de trocar informações à cerca do planejamento, gestão, execução e medição de desempenho.

    O trabalho em parceria facilitará também para o fornecedor, de tal forma, que ele possa ter uma precisão maior do que deverá ser fabricado para efetuar sua programação de produção conforme necessidade do cliente.

     

    Amarildo Nogueira

    Mestrando em Administração pela Universidade Católica de Santos (UNISANTOS), Formado em MBA em Logística Empresarial pela FGV, Business and Management International Professional pela University of California - Irvine, Especialização em Metodologia do Ensino Superior e Metodologia da Pesquisa pela FGV,  Bacharel em Sistemas de Informação pelo Centro Universitário Fundação Santo André – FSA e formação em Coaching Integrado Internacional pelo ICI ( Integrated Coaching Institute).

    Ao longo dos vinte e três anos de experiência profissional, desenvolveu carreira ascendente em empresas multinacional e nacional nas áreas de Administração, Logística, Supply Chain e Operações, no Segmento Industrial e Transporte. Experiência em desenvolvimento de pessoas e equipe, implantação de projetos e reestruturação organizacional e projeção de carreiras.

    Professor  e coordenador técnico de curso de Pós-Graduação, Diretor de Desenvolvimento e Inovação da empresa Mega Inovação Treinamento e Consultoria. Coordenador  de Logística do grupo NTI (Núcleo de Tecnologia da Informação), vinculado ao CiespSBC.  Contribui com artigos logística e gestão de pessoas publicados em revistas e via web.

    Contatos através do e-mail amarildo@megainovacao.com.br e pelo site: www.megainovacao.com.br

    Link do artigo: http://www.gestaodecarreira.com.br/coaching/blog-logistica/ferramentas-de-logistica.html

     



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    Escrito por Fábio às 21h24
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    As 5 lições de Jim Collins, tido por muitos como o sucessor de Peter Drucker

    As 5 lições de Jim Collins, tido por muitos como o sucessor de Peter Drucker

    Um dos mais respeitados pensadores do management mundial da atualidade revela lições para bons modelos de Administração

    Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

    Ter o reconhecimento mundial da comunidade do Management e da Administração não é tarefa das mais fáceis. Imagina, então, ser considerado por muitos o sucessor do grande maestro da Administração contemporânea. Jim Collins foi o "cara" que alcançou esse status e hoje é um dos mais respeitados pensadores do mundo management da atualidade, tido por muitos como o herdeiro de Peter Drucker.

     Suas ideias e ideais já pararam em 3,5 milhões de livros vendidos em 29 idiomas diferentes. Em palestra no HSM ExpoManagement 2010, Jim Collins revelou algumas lições de bons modelos de Administração e cases de grandes empresas duradouras que conseguiram um desempenho superior ao longo do tempo. Veja as cinco grandes lições de Collins.

     Lição 1 - Cuidado com o declínio

     Jim Collins destaca que as grandes responsáveis pelo declínio de uma organização são as próprias empresas. "Algumas empresas caem ou sobem e isso não é questão das circunstâncias, é questão da escolha consciente e disciplina", afirma.

     Collins destaca que existem cinco estágios do declínio e que é preciso ficar atento a eles:

     - Estágio 1: O excesso de confiança proveniente do sucesso
    - Estágio 2: A busca indisciplinada por mais (escala, crescimento, "aplausos"...)
    - Estágio 3: A negação dos riscos e perigos
    - Estágio 4: A luta desesperada pela salvação
    - Estágio 5: A entrega à irrelevância ou à morte

     Lição 2 – Seja um "líder nível 5"

     Um dos elementos que fazem com que uma empresa deixe de ser boa para ser excelente é a liderança. Para Collins, essa liderança deve ser baseada em tomadas de decisões corajosas, buscar fazer o melhor possível e, principalmente, ter humildade. "O ingrediente mágico entre os grandes CEOs não está em sua genialidade ou competência, mas em sua humildade e boa-vontade", explica.

     Jim Collins afirma que essas pessoas são consideradas os "líderes nível 5" e possuem as qualidades dos níveis anteriores. Nível 1: reúne as capacidades individuais. Nível 2: as de equipe. Nível 3: as de administração. Nível 4: reúne habilidades de liderança: capacidade de comandar, dar direção, mobilizar e transformar um grupo.

     Lição 3 – Não fique arrogante com o sucesso

     A queda das empresas, muitas vezes, está na continuidade do modelo de gestão. Muitas empresas quando chegam ao sucesso mantêm o formato que lhes deu bons resultados e se acomodam, ou seja, não buscam inovar ou trazer algo diferente que agregue à empresa. "É preciso manter a empolgação, a auto-estima, criatividade e intensidade, mesmo quando tiver sucesso. Se as pessoas perdem isso, há possibilidade de declínio", afirma Collins.

     De acordo com Collins, foi assim que a Johnson & Johnson e a Page conseguiram se manter em mais de 100 anos de mercado.

    Lição 4 – Não desmotive seus funcionários

     Jim Collins explica que é comum ouvir que é preciso motivar os funcionários da empresa. Mas, através de pesquisas em diversas organizações pelo mundo, ele constatou que as características dos funcionários contratados recentemente já indicam um grau de motivação natural nesses profissionais.

     Collins afirma, então, que a questão central não está na motivação desses funcionários, mas em não desmotivá-los. O guru diz que isso é possível quando a empresa está aberta a novas sugestões, encara outros projetos e dá as ferramentas necessárias para o andamento do trabalho.

     Lição 5 – Escolha as pessoas certas

    "A habilidade executiva número um é escolher as pessoas certas e colocá-las nas posições certas", afirma Collins. Ele destaca que ter uma equipe comprometida com a empresa e ocupando os cargos ideais aumentam drasticamente as chances de o empreendimento dar certo.

     Collins indica que existem algumas características para saber se a empresa contratou o profissional certo. Entre elas estão:

     - pessoas certas se encaixam nos valores da corporação;

    - pessoas certas não precisam ser gerenciadas de perto;

    - pessoas certas compreendem que não tem emprego, mas sim responsabilidade;

    - Elas fazem 100% do que realmente se propõe a fazer;

    - Elas têm uma enorme paixão pela empresa e pelo trabalho que exercem.

     Jim Collins

     É um dos mais respeitado pensador do mundo de management da atualidade e considerado o sucessor de Peter Drucker. Jim Collins escreveu quatro livros – incluindo o clássico Built to Last, que registra 3,5 milhões de cópias vendidas em 29 idiomas e até hoje figura em listas de best-sellers. 

    Link do artigo: http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/as-5-licoes-de-jim-collins-tido-por-muitos-como-o-sucessor-de-peter-drucker/39994/



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    Escrito por Fábio às 21h19
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    Filme contesta tese de emergência climática de Al Gore

    Filme contesta tese de emergência climática de Al Gore

    "Cool It", do cineasta Ondi Timoner, propõe uma "terceira via" no combate ao aquecimento global

    Copenhague - A humanidade pode se adaptar às mudanças do clima sem necessidade de ceder ao pânico, sustenta "Cool it", um documentário sobre o polêmico climatologista dinamarquês Bjoern Lomborg, concebido como uma resposta a "Uma Verdade Inconveniente", sobre a crise ambiental provocada pelas emissões de gases-estufa, apresentado pelo ex-vice-presidente americano Al Gore.

    O filme, do americano Ondi Timoner, propõe estratégias para contrabalançar o aquecimento global: pintar as cidades de branco para refletir a luz do sol e reduzir a temperatura, captar a energia das ondas, obter combustíveis a base de algas e inclusive esfriar artificialmente o planeta produzindo nuvens na atmosfera.

    "O debate sobre o clima se viu contaminado pelo fato de que só se aceitam duas posições: ou se é negacionista do aquecimento global ou se é pró-Al Gore e o fim do mundo está próximo. O problema é que nenhuma destas duas posições é justa", afirma Lomborg.

    "Não há meio termo e precisamos dele de verdade", disse à AFP aquele que é apontado como o 'enfant terrible' do clima.

    "Cool it" (expressão que, em inglês, significa "Esfrie" ou "Fique frio"), criado em resposta a "Uma Verdade Inconveniente", ganhador do Oscar de melhor documentário 2007, sustenta que as consequências das mudanças climáticas serão limitadas e que o mundo pode enfrentá-las em um primeiro momento, fazendo ao mesmo tempo grandes investimentos em ciência para encontrar soluções de longo prazo.

    "Este filme é uma continuação do de Al Gore", ganhador do Nobel da Paz 2007 junto a um grupo de especialistas em clima por sua ação global contra o aquecimento global, explicou Lomborg.

    "Seu filme fez com que todos nos conscientizássemos das mudanças climáticas, mas na base do pânico, e temos que superar esta etapa. O pânico não é um bom estado de ânimo para tomar boas decisões", explicou o climatologista, que dirige um "think tank" em Copenhague.

    Ele tem como alvo a estratégia atual de emissões de dióxido de carbono (CO2).

    Segundo Lomborg, o custo total do Protocolo de Kyoto alcançaria os 180 bilhões de dólares ao ano. Quanto ao plano da União Europeia para diminuir em 20% suas emissões de CO2 até 2020, o cientista afirma que as medidas reduziriam o PIB europeu em 250 bilhões de dólares ao ano, cinco vezes o custo previsto por Bruxelas.

    Para o polêmico especialista, os dois projetos só conseguiriam reduzir a temperatura de 0,08 a 0,1 grau Farenheit (cerca de 0,05 grau Celsius) antes de 2100. A meta inicial, anunciada pela ONU, é limitar o aquecimento global a 2°C durante o século XXI com relação aos níveis anteriores à Revolução industrial.

    Para Lomborg, é melhor investir o dinheiro (100 bilhões de dólares ao ano) nas novas tecnologias verdes e em combater os problemas urgentes dos países pobres: Aids, malária e água potável.

    Lomborg, de 45 anos, cujo livro "O Ambientalista Cético" desatou a fúria de cientistas do mundo inteiro, afirma que os alarmistas estão errados.

    "Há muita gente bem-intenciada que pensa que precisamos de uma mensagem 'mais sexy' para difundi-la melhor", criticou o dinamarquês, cujas intervenções ocupam bastante tempo na primeira parte do documentário.

    "Isto não funcionou com a guerra no Iraque e tampouco funcionará para encontrar soluções de longo prazo" para o aquecimento global, concluiu.

    "Cool it" (com 1h28m de duração) apresenta opiniões de respeitados cientistas, entre eles o físico Freeman Dyson, da Universidade de Princeton.

    O documentário, que já foi exibido em vários festivais, como o de Toronto, será lançado na Europa, após sua estreia nos Estados Unidos.

    Link do artigo: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/filme-contesta-tese-de-emergencia-climatica-de-al-gore?page=1&slug_name=filme-contesta-tese-de-emergencia-climatica-de-al-gore

     



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    Escrito por Fábio às 21h14
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    Avental de cozinha traz informações para chefs inexperientes

    Inovação - Produto

    Avental de cozinha traz informações para chefs inexperientes -

    Informações vêm escritas de cabeça para baixo, para que o cozinheiro as leia sem esforço - Da redação

    A empresa britânica Suck UK lançou uma acessório de cozinha ideal para chefs que não sabem cozinhar: um avental com informações básicas de preparo de alimentos impressas. No avental está escrito, por exemplo, o tempo de cozimento de diferentes tipos de carne, um glossário com abreviações, nome de tempero e seu uso indicado. Para que o chef possa ler sem fazer malabarismo, as informações vêm escritas de cabeça para baixo.

    A Suck UK é uma empresa especializada no design e na produção de itens personalizados, com grandes clientes, como Speedo e Levi's. Criado em 2000, o negócio começou com a produção artesanal de instrumentos divertidos para a cozinha. A loja-conceito da Suck UK fica em Londres.

    Link do artigo: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI174340-17180,00-AVENTAL%20DE%20COZINHA%20TRAZ%20INFORMACOES%20PARA%20CHEFS%20INEXPERIENTES.html

     



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    Escrito por Fábio às 21h10
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    O copo do mundo

    A paulistana Nadir Figueiredo celebra sua terceira troca de comando entre os membros da família com transparência, inovação e respeito à tradição centenária que fez de seus produtos um ícone global

    Por Kátia Simões
    No início de 2009, quando visitavam uma feira de utilidades domésticas na Alemanha, executivos da indústria Nadir Figueiredo foram surpreendidos com um pedido dos representantes do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA): um lote de copos americanos, considerados por eles um ícone da cultura brasileira. Criado em 1947 e consagrado no país como o copo oficial da média na padaria e da cerveja gelada no boteco, o copo de design simples ganhou fama internacional. Integrou, ao lado de 75 outros produtos brasileiros, a exposição do Projeto Destination, que exibe e coloca à venda no Moma objetos de design de vários países. “Despachamos 40 caixas com 24 unidades cada uma. Vendeu tudo rapidinho a US$ 3 cada um, quase quatro vezes mais que o preço praticado no mercado nacional”, afirma Raul Antonio de Paula e Silva, 68 anos, terceira geração da família no comando da empresa e membro do conselho de administração. Foi com o pedido do MoMA que a Nadir Figueiredo percebeu que tinha um produto de grande aceitação mundial. Só no Orkut são 14 comunidades, entre elas, ‘cerveja é no copo americano’, com 1.163 membros até junho passado. Segundo Ellen Kiss, coordenadora do curso de pós-graduação em design estratégico da ESPM-SP, o copo americano é um dos melhores exemplos de produtos que se tornaram tão ou mais fortes que a marca que os criou. “Trata-se de um copo simples, resistente, de baixo custo, que saiu da esfera pública e ganhou o museu justamente por ser único”, afirma Ellen.

    Disposta a fazer com que as novas gerações associem a imagem da empresa ao copo, pela primeira vez em décadas de história, a Nadir Figueiredo criou um plano de marketing para aquele que responde por cerca de 25% de suas vendas. “Queremos nos reaproximar do consumidor final com a campanha nacional que tem o seguinte lema: Copo americano, no fundo você sabe que é Nadir”, diz Paulo Barros, gerente de marketing. Como parte da estratégia, desde janeiro deste ano os copos têm estampada no fundo a letra N, símbolo da marca.

    Com mais de 100 milhões de unidades vendidas por ano no mundo, o copo americano, apesar do nome, é 100% brasileiro. Há 63 anos é o carro-chefe de uma das mais tradicionais indústrias paulistas, instalada no bairro da Vila Maria. Fundada em 1912, pelos irmãos Nadir e Morvan Dias de Figueiredo, a Nadir Figueiredo começou como uma oficina de máquinas de escrever. Um ano depois, virou fundição, e na década de 30 adotou o vidro como matéria-prima principal. É hoje a maior fabricante de utilidades domésticas de vidro do país, detém 60% do mercado de copos, segundo levantamento da Nielsen, tem 3.500 produtos em linha, mais de 3 mil clientes pelo Brasil e registrou um faturamento de R$ 400 milhões em 2009.

    Foi sob o comando da segunda geração da família que a empresa iniciou sua expansão internacional. Era início da década de 80 e, para poder exportar, as empresas precisavam receber uma licença da Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil (Cacex). “Passei dois anos conhecendo os mercados e apresentando nossos copos”, lembra Silva. “Ganhei o divórcio, mas plantei a semente.” Segundo o empresário, foi por não ter medo de desafios que a empresa ganhou o mundo. “Naquela época, exportávamos US$ 500 mil por ano. A Cacex nos propôs chegar a US$ 4 milhões em 12 meses”, afirma Silva. “Em um ano, somamos US$ 2,5 milhões e, em dois anos, US$ 7 milhões.” As exportações alcançaram 127 países. Aos poucos, porém, a empresa foi apurando seus mercados até chegar aos cem destinos atuais, em cinco continentes.

    Para afinar a logística, desde os anos 90 a Nadir Figueiredo mantém um centro de distribuição na Bélgica que atende à comunidade europeia. Em 2003, instalou-se na Argentina, também com uma distribuidora, e até o final de 2010 deve inaugurar mais uma central na Europa. No mercado interno, a empresa conta com a parceria da IDLogistics para administrar seus armazéns, num total de 70 mil m², com aplicação de modernos conceitos de controles organizacionais, como rastreamento dos lotes de produtos nos armazéns e na distribuição.
    Continua .....

    Link do artigo: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152583-17171,00-O%20COPO%20DO%20MUNDO.html



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    Escrito por Fábio às 21h05
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    Decifre o que o consumidor deseja

    O setor varejista aposta no neuromarketing para entender o comportamento do consumidor no ponto de venda

    Por Viviane Maia

    O ponto de venda virou um grande Big Brother. Indústria e varejo acompanham cuidadosamente o comportamento do consumidor neste local. Não é à toa. De acordo com levantamento do instituto Popai, especializado em vendas no varejo, é neste local que cerca de 70% das decisões de compra são tomadas. O que faz com que o comprador escolha o produto X e não o Y? Preço, qualidade ou marca?

    Para tentar responder a essas perguntas e entender as reações do consumidor no processo de compra, o setor pediu ajuda à neurociência. Aliada ao estudo comportamental dos consumidores, a ciência se transformou em neuromarketing, técnica utilizada por grandes empresas como Unilever e Procter & Gamble nos Estados Unidos. “Há muitos mistérios no processo de decisão de compra que as pesquisas qualitativas podem prever”, afirma Michael Brammer, professor de Neuroimagem do Instituto de Psiquiatria do Kings College, em Londres.

    Estudioso do tema a mais de 12 anos, Brammer acredita que as respostas dos consumidores em pesquisas qualitativas quase nunca mostram os reais desejos em relação aos produtos que querem comprar. Para decifrar a mente do consumidor, segundo o pesquisador, é fundamental usar ferramentas de pesquisa combinadas. “A mente humana é extremamente complexa e não é um único instrumento que consegue ter respostas definitivas”, afirma o cientista inglês, que esteve no Brasil para um workshop sobre inteligência de compra realizado no Insper, com patrocínio da agência de promoções especializada em varejo Ponto de Criação.

    O neuromarketing utiliza técnicas de imagens cerebrais feitas por ressonância magnética para tentar entender como o cérebro reage quando exposto a mensagens relacionadas a experiência de consumo, identificando as zonas do cérebro estimuladas. Para chegar a este resultado, de acordo com Brammer, os aparelhos fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e as reações.

    Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir o que uma campanha de marketing pode despertar nas pessoas e como isso pode influenciar na hora da compra. De acordo com o pesquisador, essa ciência pode permitir que uma empresa elabore melhor suas ações e instigue as pessoas. “É uma técnica que pode identificar o que as pessoas preferem de forma inconsciente ”, afirma o estudioso. “Com isso, a indústria e o varejo podem cruzar todas as informações disponíveis e fazer com que as escolhas fiquem mais fáceis”.

    A neurociência tem mostrado que emoção não se separa da razão. “É estranho compreender o porquê do mercado publicitário separar as campanhas institucionais, que trazem a emoção, das campanhas de varejo, voltadas ao racional para promover vendas", diz Brammer. “Elas devem ser interligadas para surtir efeito”.

    O professor afirma que o neuromarketing ainda encontra alguns entraves para a adoção. O principal ainda é o preço. Ele estima que um projeto que une a neurociência com o comportamento do consumidor pode custar a partir de US$ 60.000. Além disso, há a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final. “Vale como um indicativo para entender a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor”.

    Link do artigo: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI173609-16357,00-DECIFRE%20O%20QUE%20O%20CONSUMIDOR%20DESEJA.html

     



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    Escrito por Fábio às 21h00
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    10 filmes que todos os homens de negócio devem assistir

    http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/10-filmes-que-todos-os-homens-de-negocio-devem-assistir

    10 filmes que todos os homens de negócio devem assistir Dramas, comédias, suspenses, documentários: veja uma seleção de filmes da Forbes com boas lições para os executivos - Márcio Juliboni, de EXAME.com



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    Escrito por Fábio às 20h58
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    Qual a diferença entre as empresas familiares do Brasil e as de outros países?

    Qual a diferença entre as empresas familiares do Brasil e as de outros países?

    "Os empresários brasileiros são mais ambiciosos. Eles acreditam." O professor de Harvard Jon Martinez, especialista em gestão de empresas familiares, mostra o melhor caminho para conciliar, sem traumas, família e negócios

    Por Wilson Gotardello Filho
    Antes de assumir uma função dentro da empresa familiar, os herdeiros deveriam trabalhar em outras companhias e acumular experiência. Essa é a opinião do professor chileno Jon Martinez, que trabalha ao lado de John Davis, referência mundial no assunto, no centro David Rockefeller de Estudos Latino-Americanos da Universidade Harvard. Autor de três livros sobre gestão de empresas familiares, Martinez esteve em São Paulo para participar de um evento promovido pela HSM. Em entrevista exclusiva a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, o especialista falou sobre como conciliar questões familiares e empresariais sem traumas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

    Que vantagens uma empresa familiar tem sobre as companhias concorrentes?
    De uma maneira geral, empresas familiares têm uma visão de longo prazo. Os empresários tendem a trabalhar para construir algo para as futuras gerações. Outra vantagem é que esses empreendedores costumam ser mais rápidos ao tomar decisões. Há ainda o comprometimento dos gestores com a empresa, que acaba sendo transmitido para os outros funcionários. O estilo de atuação e os valores dos gestores também costumam ser assimilados, o que colabora para criar uma cultura corporativa mais forte. Em muitos casos, os nomes das famílias são as marcas das empresas. Isso faz com que elas se preocupem mais com a excelência.

    E quais são os maiores desafios?
    O maior deles é a sucessão. Em geral, os pais querem colocar os filhos no controle da empresa, mas o crescimento do negócio torna a situação mais complexa do que eles haviam imaginado. O talento para o gerenciamento de empresas não é inerente a todos os membros da família. Às vezes, é preciso admitir que não existe na família alguém com talento para assumir a empresa e buscar profissionais do mercado. Isso é difícil, tanto para os pais quanto para os filhos.

    O sr. costuma dizer que as futuras gerações devem trabalhar em outras empresas e adquirir experiência. É o melhor caminho?
    Com certeza. Jamais entre nos negócios da família até que você tenha experiência de vida e conhecimento da empresa. É importante trabalhar com um chefe que não seja seu pai por três ou quatro anos. Durante esse tempo, você vai aprender a se comportar como um profissional, sem nenhuma influência familiar. Só depois poderá descobrir qual o seu papel dentro da empresa.

    Empresas familiares devem ter um conselho de administração?
    Sim. Esse é um dos mais eficientes recursos de gestão para companhias familiares. De uma maneira geral, quando as empresas atingem um tamanho mínimo — com vendas acima de US$ 5 milhões —, chegou a hora de montar o conselho. Ele deve ter membros da família, mas também profissionais de fora: a combinação perfeita é 50% de cada. Ou 60% de familiares, e 40% de não-familiares. Essas pessoas precisam ser bem selecionadas, de maneira que tragam conhecimento e experiência. O conselho deve se reunir apenas para tratar de assuntos importantes, e não para questões do dia a dia. Não existem fórmulas secretas para um bom conselho. Ele precisa agregar valor e checar o funcionamento das operações.

    Nas pequenas empresas, como deve ser formado esse conselho?
    Quando a empresa está na primeira fase do desenvolvimento, o fundador não precisa de um conselho formal. Ele pode ter um grupo com três conselheiros, que estejam disponíveis para conversas três ou quatro vezes por ano. Isso é o bastante. Para as médias, recomendo um conselho mais formal.

    Qual a diferença entre as empresas familiares brasileiras e as de outros países?
    O que me chamou a atenção foi a ambição global. Elas não se comportam como empresas de um país em desenvolvimento, agem como se estivessem competindo entre os maiores do mundo. Os brasileiros são ambiciosos e têm plena convicção de que podem ser líderes globais. Isso não acontece em outros países. Os empresários brasileiros são os mais ambiciosos da América Latina.

    Quais os principais desafios das pequenas e médias empresas familiares no Brasil?
    Durante muito tempo, o Brasil foi um país protecionista. Ainda hoje, muitas empresas dependem do mercado interno para sobreviver. No Chile, a economia está aberta faz tempo. Isso forçou nossas empresas a serem mais competitivas. No Brasil, isso ainda é recente. Por isso, as médias empresas estão tendo que competir com as multinacionais, e também com empresas de países como China e Índia. Ao mesmo tempo, concorrem com companhias brasileiras de grande porte. É um desafio duplo. Mas sou otimista. Acredito que as empresas estão preparadas para enfrentar as situações que descrevi. Tenho certeza de que o Brasil estará entre os principais países do mundo em pouco tempo.

    JON MARTINEZ   -   QUEM É: formado em Administração de Empresas pela Universidad Adolfo Ibáñez, no Chile, Ph.D em Management pelo IESE, da Universidade de Navarra, Espanha, e pós-doutor pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston
    O QUE FAZ: professor visitante do Centro David Rockefeller de Estudos Latino-Americanos da Harvard University. É também professor de Gestão de Empresas Familiares na escola superior de negócios da Universidad de Los Andes (ESE) em Santiago, Chile
    http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152575-17172,00-QUAL%20A%20DIFERENCA%20ENTRE%20AS%20EMPRESAS%20FAMILIARES%20DO%20BRASIL%20E%20AS%20DE%20OUTROS%20PAIS.html



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    Escrito por Fábio às 20h06
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    ANÁLISE DO FILME: MAUÁ, O IMPERADOR E O REI

    ANÁLISE DO FILME: MAUÁ, O IMPERADOR E O REI

    Analisar um filme se constitui sempre um desafio instigante, sobretudo um filme de cunho histórico. Essa tarefa acrescenta àquele que a desempenha uma percepção maior da narrativa histórica e viabiliza consequentemente uma maior compreensão da mesma. Além do que, como pretensos professores de História que somos, agimos bem em fazê-lo, pois o contexto que nos serve de pano de fundo na atualidade impõe-nos tal necessidade. Vivemos na era das imagens.

    O filme "Mauá, o Imperador e o Rei" lançado no Brasil no ano de 1999, roteiro de Paulo Halm, Sérgio Rezende e Joaquim Vaz de Carvalho, dirigido por Sérgio Rezende e protagonizado pelo ator Paulo Betti (Irineu adulto) retrata a trajetória do destacado empresário Irineu Evangelista de Sousa, barão e posteriormente visconde de Mauá.

    As primeiras cenas se desenrolam no Rio Grande do Sul, numa pequena localidade onde nasceu Irineu. Ainda garoto ficou órfão de pai, o que lhe dificultou a permanência em casa, pois sua mãe, ao casar-se novamente foi obrigada, por imposição do novo marido a encaminhá-lo para o Rio de Janeiro, onde moraria com o seu tio.

    No Rio de Janeiro, começou a trabalhar no armazém do português Pereira de Almeida, onde se percebeu apto para os negócios e se empenhou em estudar, o que lhe possibilitou maior visão e tato comercial. Com o tempo tornou-se empregado de confiança do português e sistemático controlador de seus negócios. Graças a sua habilidade de negociação, ganha a simpatia do escocês Richard Carruthers, que se dispõe a educá-lo nos moldes do liberalismo econômico, prevalecente na Inglaterra.

    Alguns anos depois, o escocês, percebendo-se acometido de "Banzo", (saudades da terra natal) doença comum dos escravos da época, resolve voltar para a Inglaterra e confia os seus bens aos cuidados de Irineu. Após uma visita àInglaterra, Irineu decide mudar os rumos de seus negócios e resolve investir na Indústria, construindo uma Fundição e Estaleiro em Ponta da Areia, no Rio de Janeiro. Cria também a Companhia de transportes, Companhia de Navegação a Vapor do Amazonas, Companhia de Iluminação a gás do Rio de Janeiro, Estradas de Ferro; inaugura a primeira linha de bondes do Rio e cria novos Bancos do Brasil, com filiais na Inglaterra, Estados Unidos, França, Argentina e Uruguai.

    Apesar do seu espírito empreendedor, força de vontade e interesse pelo desenvolvimento do Brasil e sua modernização o Barão de Mauá faliu; não suportou a concorrência estrangeirae o boicote do imperador, que influenciado pelo visconde de Feitosa eximiu-se de ajudá-lo nos momentos que mais precisou. As suas idéias liberais contrárias ao tráfico negreiro e escravidão, à guerra do Paraguai e à mentalidade tacanha dos que compunham a Elite Imperial, também lhe renderam alguns desgostos.

    Considerando a grande importância e espaço que o cinema ocupa na vida dos brasileiros e a influência do mesmo como meio de comunicação de massa, pois atinge rapidamente um número enorme de pessoas de todas as classes sociais e de diferente formação cultural, o diretor Sérgio Rezende acertou em cheio ao desenvolver tal empreendimento.

    Mauá – o Imperador e o Rei é um filme inspirador e expressa bem a realidade vigente naquela época. Apresenta uma abordagem completa da saga de Irineu Evangelista, especificando dados pessoais desde a sua difícil infância, adolescência e juventude, ingresso na Maçonaria e culminando com a sua escalada empresarial e falência. A escolha do tema histórico é de extrema importância para nós, pois o barão de Mauá é personagem de destaque que contribuiu consideravelmente para o desenvolvimento econômico do nosso país.

    Mauá é um excelente exemplo do que um homem que sonha pode fazer, quando está determinado a enfrentar as intempéries e vicissitudes da vida; quando, a despeito do cenário que lhe cerca, mesmo diante de parcas oportunidades, consegue alcançar seus objetivos. Embora tão pouco estimulado pelo seu País ousou tentar fazer a diferença e obstinadamente contribuiu pra que ele desse um passo a mais, e que passo, rumo ao progresso e à modernização.

    Conhecer a sua história de persistência e determinação em vencer na vida é extremamente necessário no nosso contexto atual, quando um número tão grande de jovens em nosso país é caracterizado pela desesperança e falta de perspectiva. Os seus ideais de justiça e respeito à criatura humana (expressos de maneira tão interessante na cena em que concede ao escravo um par de sapatos que simbolizava a sua liberdade e possibilidade de inclusão social) devem também se constituir em elemento estimulante no combate à postura violenta e discriminatória tão verificada comumente na história de vida de tantos dos nossos compatriotas.

    Por essas e outras razões, o filme Mauá – O imperador e o Rei pode servir de ferramenta educativa e fomentar nos que a ele tiverem acesso a oportunidade de reflexão e crítica que podem ser o caminho para a transformação de si mesmos e do mundo que os cerca, agindo sobre ele, atingindo assim a grande meta da educação que é regida pela certeza de que "o homem é por excelência um ser educável porque ele pode ser aperfeiçoado", o que lhe assegura a possibilidade de uma vida melhor e mais feliz.

     

    ANÁLISE DO FILME - MAUÁ - O IMPERADOR E O REI publicado 11/08/2009 por Antonia Rodrigues em http://www.webartigos.com



    Fonte: http://www.webartigos.com/articles/22807/1/ANALISE-DO-FILME---MAUA---O-IMPERADOR-E-O-REI/pagina1.html#ixzz1BWNOSRuF



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    Escrito por Fábio às 20h03
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    Especialista em aprendizagem cria teste para você descobrir seu tipo de inteligência

    Especialista em aprendizagem cria teste para você descobrir seu tipo de inteligência

    Publicada em 23/06/2006 às 16h42m

    Daniela Leiras - Globo Online

    RIO - Quanto de inteligência você acha que tem? Seus estudos estão corretamente direcionados? Pois saiba que não é só o QI que determina as competências na vida acadêmica e profissional. Você pode se surpreender se fizer uma análise mais detalhada da qualidade de sua inteligência. O professor e médico Maurício Peixoto, líder do Grupo de Aprendizagem e Cognição da UFRJ, desenvolveu um teste que ajuda cada um a descobrir habilidades e deficiências mais marcantes.

    A pesquisa divide os perfis das pessoas em sete grupos: os de inteligência lingüística, lógico-matemática, visual-espacial, musical, corpóreo-cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Clique aqui para fazer o teste. Com o resultado, veja aqui uma tabela com as explicações.

    - Ninguém é burro. Todos nós temos um pouco de cada inteligência, mas o resultado geralmente aponta para um ou dois tipos mais presentes - afirma o professor, frisando que o teste apenas indica uma tendência. - Só um profissional especializado é capaz de dar o diagnóstico mais correto.

    Pontuação auxilia na busca do cargo ideal

    A partir da pontuação no teste, entretanto, é possível se ter uma noção do tipo de inteligência. Bom para quem está em busca de qualificação, seja no nível de graduação ou pós-graduação, ou de um cargo alinhado com seu perfil.

    - Uma determinada inteligência não define a carreira, mas pode modular a maneira como o profissional a exerce. Não necessariamente um lógico-matemático será engenheiro. E advogados também precisam trabalhar com a lógica na hora de defender seus clientes.

    Da mesma forma, continua Peixoto, um atleta pode não ter a inteligência corpóreo-cinestésica bem acurada e um jornalista pode ser mais visual-espacial do que lingüista:

    - Eles não deixam de ser menos competentes por isso - explica o professor, que faz consultoria personalizada para estudantes e profissionais na Oficina da Mente.

    Para testar esta teoria com pessoas de diferentes setores, o GLOBO ONLINE entrevistou três alunos de pós-graduação das áreas da saúde, de exatas e de humanas: o fisioterapeuta Rodrigo Leite Basto , a física Marcela Campista e a advogada Ariana Alves .

    Aprendizagem varia de acordo com cada perfil

    A velha máxima "quantidade não é qualidade" também vale para analisar os testes do Grupo de Aprendizagem e Cognição da UFRJ, que ajuda profissionais e estudantes a descobrirem habilidades e deficiências. Ou seja, alta pontuação em três ou mais tipos de inteligência não faz de ninguém um gênio.

    - Não é tanto o que você tem, mas o que você faz com isso. Quando o aluno sabe como aprender, ele acaba tendo maior facilidade no estudo e passa a gostar mais da atividade. E os resultados em provas são imediatos - esclarece o professor Maurício Peixoto.

    Peixoto ressalta que o profissional que quer fazer uma pós-graduação deve verificar se o tipo de prática de ensino do curso escolhido combina com seu tipo de inteligência.

    - Assim como andam, dançam e falam de maneiras diferentes, as pessoas aprendem de formas distintas. Devemos descobrir o que nos traz maior eficácia no aprendizado e explorar esta característica.

    Alguns preferem gráficos, outros precisam debater

    O professor lembra que os cursos à distância, por exemplo, exigem muita autodisciplina. Por isso, são mais indicados para os intrapessoais (geralmente pessoas mais tímidas) e os lingüistas (que têm facilidade na escrita). Já os interpessoais (que trabalham bem em grupo) aprendem melhor em sala de aula, com debates.

    Por precisarem de movimento, os corpóreo-cinestésicos devem evitar aulas longas, que vão da manhã à noite. Peixoto destaca ainda que os lógico-matemáticos se dão melhor com professores que apresentam gráficos e diagramas e que as aulas com demonstrações práticas são ótimas para os visual-espaciais. Para os musicais, a dica é discutir a matéria com colegas.

    Segundo Peixoto, o aluno de pós-graduação tende a ser mais exigente, pois quer aulas que o ajudem a resolver problemas da prática profissional:

    - Nestes casos, para escolher um curso, inicialmente é preciso pensar o que é ou não negociável: se uma pessoa tem a inteligência visual-espacial forte, deve desistir de um curso que não ofereça aulas com audiovisual ou TV?

    Qualquer que seja o perfil da pessoa, lembra o especialista, ela deve investir nos seus potenciais, mas tentar ser alguém mais completo, trabalhando seus pontos fracos:

    - Conheci um engenheiro lógico-matemático com a inteligência musical baixa. Ele era frustrado por não conseguir tocar um instrumento. Sugeri que tentasse a música sintetizada no computador. E deu certo. As pessoas devem aprender com seus ídolos, mas respeitar seu estilo pessoal. Quando você conhece seu tipo de inteligência, gerencia melhor a carreira e tem maior probabilidade de sucesso

    Link do artigo:

    http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2006/08/07/285172775.asp

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    Escrito por Fábio às 20h01
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    Construindo marcas que vendem

    Construindo marcas que vendem

    A marca é, e continuará sendo, cada vez mais importante para o sucesso das organizações que pretendem competir pelo tão disputado espaço no cérebro do consumidor, seja ele um indivíduo ou uma empresa.

    A marca, para sobreviver e principalmente crescer “saudável” num mundo digitalizado, enfrenta novos, desconhecidos e, portanto mais complexos desafios.

    No passado para o processo de construção e manutenção da marca aplicavam-se fórmulas tradicionais de propaganda que hoje surtem pouco ou nenhum efeito no público-alvo que está muito mais bem formado, informado e conseqüentemente mais maduro.

    Com o excepcional desempenho da economia mundial dos últimos anos, o novo consumidor tem dinheiro e principalmente crédito fácil. Ele está mais exigente e quer experimentar o que compra e quer também interagir com a marca de alguma forma.

    Exemplo de interação:

    Clube de usuários, newsletter com novidades, informações sobre acessórios, novos modelos e lançamentos futuros, programas de fidelidade etc.

    A má notícia para os gestores mais afoitos e normalmente com pouca capacidade de planejamento e sem disciplina de execução, é que não existe forma ou fórmula mágica de construção de marca que não envolva a variável tempo.

     

    Construção de marca é um trabalho de equilíbrio entre coerência estratégica, consistência na execução.

     

    Um alerta importante nesta fase de angústia e ansiedade na busca por um milagre instantâneo seria: Não contar com fórmulas miraculosas vindas de “diretores de criação” nem cair na falácia de agências caras. Normalmente, este grupo ainda pertence à escola antiga de comunicação que busca como prioridade premiações e badalações. Pertence a um ecossistema todo particular, no qual sua empresa não está incluída. Sua empresa é apenas e tão-somente quem paga a altíssima conta.

    O ponto central para construção de uma marca eficaz, que vende, está primeiramente na elaboração de objetivos e estratégias compreensíveis e que reflitam a competência central da empresa. Aí, sim, vem o plano de comunicação que deve considerar um conjunto de variáveis, entre elas o volume de impactos em todo(s) tipo(s) de audiência(s) que orbita(m) no mercado em que sua empresa atua.

    Este enorme volume de impactos tende a tornar a experiência da marca superficial e na maioria das vezes distrai um determinado público-alvo que acaba por não compreender com clareza a proposta de valor de uma marca por meio de seus produtos e serviços.

     

    Link do artigo:

    http://www.brandme.com.br/construindo-marcas-que-vendem1/2010/9/5/construindo-marcas-que-vendem.html

     



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    Escrito por Fábio às 19h59
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    Dez sites para os fanáticos por livros

    http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/curiosidades/dez-sites-para-os-fanaticos-por-livros/

    Classificação:

    Ela levou um pouco mais de tempo do que a música e o cinema para ser distribuída online, porém, como as outras artes, a literatura ganhou sites e redes sociais especificas para os seus aficionados. Por aqui, os leitores contam com duas redes sociais exclusivas, onde podem compartilhar informações sobre obras e seus autores, além de sites para a compra e o escambo de exemplares. Confira nossa relação de dez sites para os fanáticos por livros.



    Categoria: Link
    Escrito por Fábio às 19h53
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    Carta do Zé

    Este é um texto que recebi por email,

    * não verifiquei se é do autor indicado,

    mas publico por concordar com o tema abordado.

    A carta a seguir foi escrita* por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, empresário, diretor de Parque Nacionais e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89, detentor do primeiro Prêmio Nacional de Ecologia.

     

     
    Prezado Luís, quanto tempo.
    Eu sou o Zé, teu colega de ginásio, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra? O Zé do sapato sujo. Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
    Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo......, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono.
     Estou pensando em mudar para viver aí na cidade que nem ocê. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade. vendo todo mundo falar que nós da agricultura estamos destruindo o meio ambiente.
     O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
    Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso.
    Pra ajudar com as vacas de leite contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
    Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra. O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
    Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele.  Tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
    Depois que o Juca saiu, eu e Marina (lembra dela, ? casei) tiramos o leite às 5, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
    Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros . Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ia mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande?
    Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar. Tudo vai ficar limpinho como os rios aí da cidade. Só que alguma coisa errada, quando vou na capital só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
    Mas não é o povo da cidade que suja o rio? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!!Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
    Fui no escritório do IBAMA da capital pedir autorização, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer um tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso.
     Acho que desta vez vou preso.

    preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
    Eu vou morar aí com vocês. Mais fique tranquilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sítio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
    Até mais Luis.
    Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.
     
     

    (Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar.)



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    Escrito por Fábio às 19h51
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    Pós-Modernidade

    Pós-Modernidade - Jussara Malafaia Moares
    Às vezes parece que o mundo está de pernas para o ar. No bombardeio de informações e notícias que chegam à sociedade a cada instante, seja por meio do rádio, da televisão, de revistas ou da Internet, a violência, os atos de corrupção, os seqüestros, os crimes com requintes de crueldade ganham cada vez mais destaque.  A educação recebida dos pais e das escolas, os valores como ética, moral e caráter, a religião, a solidez do casamento e da família, estão perdendo espaço para novas formas de comportamento regidas pelas leis do mercado, do consumo e do espetáculo.  
    Vive-se numa época de grande barbárie e de pouca solidariedade. São tempos de alta competitividade guiados pela lógica da acumulação de bens e das aparências. Em nome dessa nova ideologia, os indivíduos se permitem agir passando por cima de valores que sequer chegaram a formar. O que importa é ser reconhecido, ser admirado, ter acesso a uma infinidade de produtos e serviços e usufruir o máximo do prazer.  
     E para isso, tudo é válido. Age-se de acordo com o momento e com a conveniência. “Pegar um atalho”, como se diz na linguagem da informática, tornou-se uma prática comum. Nesse contexto, não há por que esperar e se sacrificar para adquirir bens e ter sucesso, se existe meios mais rápidos para conseguir o que se pretende. Mas afinal, que tempos são esses em que as pessoas passam umas por cima das outras, sem qualquer constrangimento ou culpa, em busca de dinheiro e poder? Será que é possível encontrar uma luz no fim do túnel e ter otimismo nesse cenário?
    A Pós-Modernidade como divisor de águas 
    Para muitos teóricos, filósofos e sociólogos, a época atual é marcada por fenômenos que representam um divisor de águas com a Modernidade. Chamada e estudada como Pós-Modernidade, ela é caracterizada por mudanças significativas provocadas e vividas pelo homem. Entre as mais evidentes, e que desencadearam muitas outras, pode-se apontar a globalização, unificadora das sociedades do planeta, um novo modo de cultura e as novas condições que põem em perigo a continuidade da espécie humana.  
     A Pós-Modernidade surgiu com a desconstrução de princípios, conceitos e sistemas construídos na modernidade, desfazendo todas as amarras da rigidez que foi imposta ao homem moderno. Com isso, os três valores supremos, o Fim, representado por Deus, a Unidade, simbolizada pelo conhecimento científico e a Verdade, como os conceitos universais e eternos, já estudados por Nietzsche no fim do século XIX, entraram em decadência acelerada na Pós-Modernidade. 
     Por conta disso, para a maioria dos autores, a Pós-Modernidade é traçada como a época das incertezas, das fragmentações, da troca de valores, do vazio, do niilismo, da deserção, do imediatismo, da efemeridade, do hedonismo, da substituição da ética pela estética, do narcisismo, da apatia, do consumo de sensações e do fim dos grandes discursos.   
    O efeito cascata das grandes mudanças
    Como conseqüência dessa derrocada, surgiram outros fenômenos sociais e culturais. O declínio da esfera pública e da política, a crise ecológica, o impasse histórico do socialismo, os tribalismos, a expansão dos fundamentalismos, as novas formas de identidade social e as conseqüências da informatização sobre a produção e sobre o cotidiano trouxeram à tona a discussão sobre a pluralidade e a fragmentação presentes na época atual. 
    Essas mudanças e outras que também marcaram a história da humanidade, como a explosão da bomba atômica em Hiroshima, o perigo nuclear e o terrorismo internacional, fizeram com que o futuro se tornasse incerto e ameaçador, enfraquecendo a crença na posteridade e fazendo com que as ações humanas passassem a ser conduzidas focando apenas o presente, diluindo assim o sentido da continuidade histórica.  
    Essa conduta, associada ao avanço ininterrupto dos meios tecnológicos de comunicação e aos efeitos da globalização com a sua queda de fronteiras, fez emergir um novo tipo de sociedade, caracterizada, salvo raras exceções, pelo narcisismo, pelo hedonismo, pelo imediatismo e pelo consumismo. Sem a pretensão de tomada do poder, essa nova organização social participa, sem envolvimento profundo, de pequenas causas e dá adeus à esperança e aos grandes ideais. No entanto, ao afrouxar os laços sociais, vai, inconscientemente, esvaziando as instituições num processo chamado por sociólogos, como Gilles Lypovetsky, de deserção do social. 
    A deserção de valores e de instituições 
    Após a agitação política e cultural dos anos 60, a despolitização, a dessindicalização e a deserção adquiriram proporções nunca antes atingidas. Como exemplo, na guerra da Coréia em 1950, não houve desertores. Na do Vietnã, em 1975, houve aos montes.
    Mas a deserção não parou por aí. A esperança revolucionária, a contestação estudantil e a vanguarda esgotaram-se nos seus conceitos e movimentos, fazendo surgir uma espécie de apatia, de neutralização e de banalização do social.  Com isso, a vida particular emerge vitoriosa. Torna-se possível zelar, sem culpa, apenas por seus próprios interesses, perder os complexos, enfim, viver o presente sem maiores preocupações com as tradições, com a alteridade e com a posteridade.
    A decadência das grandes idéias e o mundo Pós-Moderno 
    Ao mesmo tempo em que se associou à Pós-Modernidade a decadência das grandes idéias, valores e instituições ocidentais como Deus, Ser, Razão, Sentido, Verdade, Totalidade, Ciência, Sujeito, Consciência, Produção, Estado, Revolução e Família, valorizou-se outros temas considerados menores ou marginais em filosofia, como Desejo, Loucura, Sexualidade, Linguagem, Poesia, Sociedades Primitivas, Jogo, Cotidiano, enfim, elementos que abrem novas perspectivas para a liberação individual.
    Link do Artigo:



    Categoria: Artigos Lidos - Indico
    Escrito por Fábio às 19h43
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    O Segredo de Luíza - Fernando Dolabela

    O Segredo de Luíza - Fernando Dolabela - (Editora Sextante)

    Estou lendo e aprendendo muito.

    O livro trata o início de uma empresa,

    a realização de um sonho,

    a estrutura de um plano de negócios,

    além de apresentar o texto de forma inovadora,

    em forma de romance onde se acompanha a estória de Luíza,

    e ainda estão destacados temas de administração de forma dinâmica e interativa.

    Uma lição sobre empreendedorismo.

    Espero que gostem!

    *Indicação republicada para que fiqe em categoria correta.



    Categoria: Livros
    Escrito por Fábio às 19h26
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    Marketing 3.0

    Philip Kotler: as empresas precisam reinventar o marketing

    Sua empresa está preparada para trabalhar o marketing 3.0? Veja o que Philip Kotler ensina sobre a era dos novos consumidores - Por Fábio Bandeira de Mello

    A máxima do marketing sempre indicou que basta colocar produtos com uma boa qualidade e preços baixos para conquistar bons resultados em um negócio. Mas será que essa afirmação ainda vale para os dias de hoje?

     De acordo com Philip Kotler, a maior autoridade mundial em marketing, essa realidade está mudando e, em breve, apenas isso não será o suficiente.

     Em sua palestra no HSM ExpoManagement, Kotler indicou que os clientes estão mais exigentes. Mas essa exigência não é apenas na qualidade de um produto ou serviço. Os consumidores estão passando a escolher produtos e empresas que satisfaçam suas necessidades mais profundas de ética, valores e idealismo.

     "Cada vez mais os consumidores estão em busca de soluções para satisfazer seu anseio de transformar o mundo globalizado num mundo melhor. (...) As pessoas buscam empresas que atendam suas mais profundas necessidades sociais e ambientais em missão, visão e valores", revela Kotler.

     A consequência disso é que o cenário corporativo e as ações das empresas também estão se adaptando para atender essa demanda de consumidores cada vez mais conscientes. Segundo Philip Kotler, "começou uma nova fase na relação do planejamento das organizações para atrair esses 'novos consumidores'", que pode ser chamada de Marketing 3.0.

     Marketing para dentro

     Kotler explica que o marketing não pode estar voltado apenas para os clientes, mas também deve ser pensados para os funcionários. "É preciso fazer com que os funcionários estejam satisfeitos em trabalhar na empresa. É preciso tratar os funcionários como clientes, não para influenciá-los, mas para atender suas necessidades", afirma.

    Contrate um nerd

     Kotler indica também que em todas as áreas de marketing devem existir jovens conectadas o tempo todo na internet, os seja, os verdadeiros nerds. Com a explosão das redes sociais, é importante ter pessoas que saibam dialogar bem através desses meios.

     "Seu departamento de marketing tem que ter essa gente jovem pra trabalhar com o atual grupo", indica. Nesse ponto, Kotler recomenda que é preciso explorar ao máximo as redes sociais - como o Twitter e o Linkedin - e aprender e melhorar nos os pontos que estão sendo ditos sobre a empresa nesses espaços. "Parte do foco de marketing tem que ser voltada para as redes sociais", defende.

     Quem já começou o Marketing 3.0

    Kotler indica que são poucas as empresas que já entenderam essa nova demanda do marketing. De acordo com o guru, 70% das empresas estão em um estágio de marketing 1.0, 25% já estão no marketing 2.0 e apenas 5% vivem a realidade 3.0. Sendo que essa projeção está evoluindo de forma gradativa.

     Uma dessas empresas que está direcionando suas ações e apresentando novas perspectiva de negócios para transformar a vida dos consumidores é a S.C. Johnson.

     A empresa é destaque em seu segmento por posicionar-se como uma empresa familiar, sustentável, especializada em produtos de limpeza e buscar dar as melhores condições de trabalho aos seus funcionários como forma de aumentar sua produtividade. "A Jonhson procurou trabalhar com a comunidade. Através de valores que focavam o social, ela buscou criar um valor econômico sustentável", indicou Philip Kotler.

     Os atributos das novas empresas

     De acordo com o pensador, "o marketing passou de ser apenas um processo de vendas e publicidade para ser um conjunto de processos em criar, comunicar, transmitir e entregar valor".

     Veja algumas outras características desse novo marketing 3.0 apontadas na palestra de Philip Kotler:

     - Marketing da missão: a missão é ajudar o cliente a realizar suas aspirações e seu lado da compaixão

     - Marketing de valores: mostrar valores para buscar novos que façam a diferença

     - Marketing da visão: transmitindo a visão de sustentabilidade corporativa para os acionistas, colaboradores e consumidores

     - Uma marca ser forte hoje não significa que será forte assim para sempre. Tem que se fazer mais do que uma manutenção da marca, é necessária a criação de marca. Ela deve empolgar.

     - As marcas terão que oferecer "significado" e "autenticidade" através de novos valores e uma nova visão mercadológica

     Philip Kotler

    É autor das mais importantes obras já editadas na área, traduzidas para mais de 20 idiomas e que ultrapassam a marca de cinco milhões de cópias vendidas em 58 países. Ao todo, Kotler escreveu 44 livros, sendo que 13 foram publicados nos últimos cinco anos. 

     



    Categoria: Livros
    Escrito por Fábio às 19h22
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    Aplicativo da Web ajuda a criar e acompanhar Propostas de Negócios

    Aplicativo da Web ajuda a criar e acompanhar Propostas de Negócios
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    http://www.springwise.com/weekly/2011-01-19.htm

     



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    Escrito por Fábio às 19h16
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    Facebook também é lugar de fazer dinheiro

    Facebook também é lugar de fazer dinheiro

    A especialista americana em redes sociais Clara Shih diz como as companhias já utilizam o site para acessar potenciais clientes.

    A americana nascida em Hong Kong Clara Shih já foi apontada como uma das mulheres mais influentes da indústria da internet - mais especificamente no setor de redes sociais. A fama se deve principalmente ao fato de ela ter criado o Faceconnector, primeiro aplicativo do Facebook voltado para negócios.

    Outro trunfo foi o livro The Facebook Era (inédito no Brasil), em que ela antecipou que o site se tornaria um sucesso mundial também entre as companhias. "As empresas passaram a acreditar na grandeza e no poder da rede depois que entenderam como é fácil, para os usuários, gastar tempo e dinheiro ali", explicou Clara em entrevista por telefone a VEJA.com, dias antes de embarcar para o Brasil.

    Nos dias 18 e 19, ela participa da Digital Age 2.0, conferência sobre comunicação e marketing on-line, em São Paulo. Na conversa a seguir, ela fala sobre empresas que já utilizam o Facebook com sucesso e arrisca nova previsão sobre a rede: ela vai pegar no Brasil.

    Veja.com - Qual a importância do Facebook para os negócios?
    Clara Shih - O Facebook ocupa hoje o lugar que a internet ocupou nos negócios há alguns anos, colhendo opiniões das pessoas. Ele é um importante canal, em constante crescimento, entre as empresas e seus consumidores.

    Veja.com - Quais empresas têm usado a rede social da melhor forma?
    Clara Shih - As novas empresas nos Estados Unidos têm apostado no Facebook e 75% dos investimentos em mídias sociais estão acontecendo no intuito de popularizar uma marca nesse ambiente. Então, temos visto muito investimento. Com relação aos cases de sucesso, acredito que as livrarias e o Dunkin' Donuts são ótimos exemplos: eles usam o Facebook de uma forma criativa para se conectar com seus clientes, através de páginas na rede social, ferramentas que integram seus sites e aplicativos.

    Veja.com - Por que as empresas acreditam no poder do Facebook? 
    Clara Shih - As empresas passaram a acreditar na grandeza e no poder da rede depois que entenderam como é fácil, para os usuários, gastar tempo e dinheiro ali. As companhias estão aprendendo a trabalhar nesse ambiente e também a conhecer o que não funciona na indústria.

    Veja.com - O site pode mudar o marketing on-line no futuro? 
    Clara Shih - Sim, por duas razões. Primeiro porque as pessoas na rede estão compartilhando informações sobre elas mesmas. Segundo porque, nesse mesmo ambiente, as companhias conseguem trabalhar formas de publicidade voltadas a públicos bastante específicos. Por exemplo: se você deseja fazer propaganda de futebol, é possível encontrar na rede quem ame futebol, graças às informações contidas no perfil de cada usuário. Com esse dado em mãos, as companhias conseguem exibir uma campanha para determinado grupo de potenciais clientes de forma direta.

    Veja.com - O Facebook alcançou 500 milhões de usuários no mundo. Qual o segredo da rede social?
    Clara Shih - É realmente incrível. No início, a rede era focada não só em criar novos cadastros, mas também em segurar seus usuários. Isso criou um ambiente confiável, onde as pessoas se sentem confortáveis em compartilhar suas informações pessoais. Elas compartilham muitas fotos, eventos e festas de aniversário, aplicativos de games. Isso valoriza a ferramenta e incentiva outros usuários a entrarem na rede. O tempo que as pessoas passam conectadas e os conteúdos que elas compartilham fazem do Facebook um ator tão importante hoje. 

    Veja.com - Existe hoje um amplo debate sobre privacidade na internet - e o Facebook foi bastante criticado por expor informações de usuários. Como a senhora vê a questão?
    Clara Shih - Questões relacionadas a privacidade são de grande interesse para os usuários do Facebook. A rede permite, por meio do perfil, que compartilhemos informações pessoais de muitas maneiras, ao contrário do que acontecia antes na internet e em outras redes sociais. O Facebook tem definido novas normas de privacidade, mas algumas vezes eu encontro pessoas que realmente se sentem pouco confortáveis em dividir muitas informações pessoais. O Facebook tem gasto muito tempo e dinheiro para garantir que seus recursos de controle de privacidade sejam de fácil entendimento para todos. Espero que as pessoas cadastradas possam decidir por elas mesmas o que querem compartilhar e com quem.

    Veja.com - O Facebook ainda possui uma presença tímida no Brasil - estima-se que haja menos de 5 milhões de usuários por aqui. Por que a rede social mais popular do mundo não faz sucesso no país? 
    Clara Shih - O Facebook ainda está começando a explorar o mercado no Brasil. E o Orkut chegou primeiro no país. Os últimos números mostram que o Facebook está crescendo. Eu suspeito que os brasileiros queiram se conectar não só com outros brasileiros, mas também com pessoas de todo o mundo. 

    Veja.com - Como a senhora se sente por ter sido apontada como uma das mulheres mais influentes da indústria de tecnologia?
    Clara Shih - É uma honra. Há alguns anos, quando desenvolvi o Faceconnector e comecei a escrever meu livro, algumas pessoas achavam que eu estava louca.

    VEJA - 08/08/2010 | 19:15

    http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/facebook-tambem-e-lugar-de-fazer-dinheiro-585788.html

     



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    Escrito por Fábio às 19h06
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    O sonho brasileiro

    O sonho brasileiro

    CARTA DO EDITOR - Nelson Blecher

    Três grandes reportagens da edição de agosto retratam um país em transição. A primeira, que mereceu destaque de capa, é um mergulho nos bastidores da guerra de marketing movida pelas operadoras móveis para alargar sua fatia no mercado de celulares mais hipercompetitivo do mundo – e a caminho da saturação. (E pensar que houve um tempo, não tão distante assim, em que telefone era comercializado no mercado negro!) Poucas horas antes do fechamento, pipocou a notícia do divórcio entre a Portugal Telecom (PT) e os espanhóis da Telefónica na Vivo, e a consequente entrada da PT na Oi. A segunda reportagem, O Sonho Brasileiro, inspirada numa conversa com o economista Persio Arida, disseca as semelhanças do Brasil de hoje com os Estados Unidos do pós-guerra, época em que começou a nascer uma afluente classe média, tão bem descrita pelo Nobel Paul Krugman em seu livro A Consciência de um Liberal. Uma pesquisa exclusiva realizada pela consultoria Synovate em 12 capitais retrata os sonhos e as preocupações dos brasileiros. Finalmente, recomendo a leitura da reportagem O Big Bang da Bioindústria, que revela alguns dos principais personagens por trás da mais recente revolução tecnológica do país. Os três temas são interconectados por fatores que promovem mudanças estruturais e afetam a vida de todos nós. E se quiser saber a que tipo de capitalismo o país deve se filiar, merece atenção a entrevista exclusiva com Ian Bremmer, autor do polêmico The End of The Free Market. Boa leitura.

    Acompanhe, minuto a minuto, a guerrilha travada pelas operadoras de celular para conquistar o cliente no mercado mais disputado do mundo. Entenda as recentes mudanças no controle acionário de Vivo e Oi e o que você e sua empresa podem ganhar com isso.

    Ao se tornar uma sociedade de classe média, o Brasil vive um ciclo virtuoso comparável ao dos Estados Unidos no pós-guerra. Pesquisa da Synovate revela um brasileiro otimista, mas preocupado com a (falta) de qualidade da educação

    Com mais de uma centena de empresas de biotecnologia, o Brasil mergulha na mais nova - e talvez fascinante - revolução tecnológica criada pelo homem. E o melhor: o país tem vocação para atuar nesse campo.

    Como a italiana Ermenegildo Zegna, ícone de moda masculina, conseguiu abrir 550 pontos de venda em 86 países e fez a China seu principal mercado. Conheça um dos raros casos de empresa que se globalizou sem abrir o capital.

    http://epocanegocios.globo.com/

     



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    Escrito por Fábio às 19h06
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    Estou formado, e agora?

    Estou formado, e agora? Veja os próximos passos rumo a uma carreira bem-sucedida.

    Não são raros os casos de estudantes que saem da faculdade sem saber o que fazer nem quais são as possibilidades que têm.

    Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney

    Foram cinco anos e meio de estudos para, enfim, terminar o curso de Administração na Universidade do Estado de Santa Catarina. Quase no fim da empreitada, além do esforço, Renata Moreno, 23, também teve de lidar com a ansiedade. O que fazer depois que tudo terminar? Quais passos seguir rumo a uma carreira de sucesso, depois de passar pela graduação?

    Para a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Juliana Saldanha, não existem regras, receitas ou fórmulas a serem seguidas pelos recém-formados. Existem possibilidades. “Esse jovem precisa focar sua carreira para determinada aérea. Precisa saber ao menos o que não quer”, acredita.

    Renata teve sorte. Formou-se em julho e já conseguiu passar em um processo seletivo de uma grande empresa para trabalhar na área que queria em São Paulo. E um fato que evitou que a sensação de estar perdida se prolongasse para depois da formatura foi a estudante ter ficado atenta às opções que sua área oferecia ainda na faculdade. “Eu participei da empresa júnior por um ano e foi ali que comecei a gostar da área de consultoria”, conta.

    E agora?
    Contudo, não são raros os casos de estudantes que saem da faculdade sem saber o que fazer. E quais são essas possibilidades que tanto falam. Para os perdidos de plantão, há um roteiro de passos para se tirar da cabeça a pergunta “O que eu vou fazer agora?”. O primeiro deles é o mais difícil, porém, essencial. Definir a área de atuação.

    “Elencar, dentro do escopo de sua formação, quais as áreas que mais o agradam, que foram objeto de seu estudo e apresentação de trabalhos durante a graduação é o mais importante”, ressalta a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa especializada em gestão de carreira e recrutamento online, Andreza Santana.

    Ficar atento desde cedo, como fez Renata, para evitar ansiedades futuras também é o principal conselho dado pelo gerente de Projetos do Grupo Foco, Rudney Pereira Júnior. “Fazer estágio, participar da vida acadêmica, tudo isso faz diferença porque você começa a perceber o que a sua área oferece”, diz.

    Se você prestou atenção à sua atuação na faculdade, fica mais fácil definir. Se não fez isso, o melhor é pensar agora, mas com calma, para evitar arrependimentos quando a sua carreira tiver avançado. “Se você saiu da faculdade cheio de dúvidas, tem de amadurecer, analisar sua situação e dar um tempo para se autocriticar”, acredita Pereira.

    Depois desse primeiro passo, é preciso estabelecer um plano de ação. “Faça uma lista das empresas ou organizações que contemplem suas demandas de carreira, ambiente, de desenvolvimento profissional no foco que escolheu”, afirma Andreza. Esse passo demanda tempo e paciência.

    Esses primeiros passos devem ser feitos mesmo por aqueles que já se encontram no mercado de trabalho, pois os ajuda a perceber se a empresa onde estão supre essas necessidades. Juliana, porém, faz um alerta. “É preciso definir um foco sem restringir possibilidades”.

    As possibilidades
    Enquanto define o que quer e onde quer trabalhar, esses jovens não devem perder tempo e ficar parados. Invista em qualificações que o mercado exige de profissionais de todas as áreas. “O mercado está aquecido, mas para profissionais qualificados, por isso, invista em línguas, em cursos que você acredita que farão diferença no seu currículo”, disse Juliana. Além de investir na carreira, cursos, workshops e seminários são ótimos meios para fazer contatos. “São bons espaços para network, com amigos, professores”, reforça Pereira.

    Depois de definido o foco, os caminhos começam a ficar mais definidos. Qual o próximo passo, então? “Colocar o currículo nos lugares certos”, afirma o gerente de Projetos. Agora é só esperar, certo? Não. “Paralelo ao processo de procura por vagas, esse jovem precisa investir em uma pós-graduação, que traz diferencial competitivo”, reforça Andreza.

    Depois da graduação, uma especialização é uma das muitas possibilidades que o recém-formado tem para se manter competitivo. Muitos também pensam em MBA (Master Business Administration). “Nesses casos, fazer uma pós, em vez de um MBA, é melhor, porque o recém-formado não tem muita experiência para aproveitar bem um MBA”, diz Pereira. “Nessas horas, precisamos ser práticos e táticos”, ressalta.

    Renata já sabe bem o que vai fazer. Ela sabe que a empresa onde irá atuar oferece a possibilidade de fazer a graduação de contabilidade. “Ter essa formação para a área de consultoria ajuda muito”, conta. Como já é formada em administração, essa nova graduação exigiria mais uns dois anos de estudo. Depois disso, ela deve investir em uma pós na área de gerenciamento de projetos.

    “O cenário está favorável e as empresas devem contratar muito daqui para a frente. Então, caprichar no currículo e examinar cada passo de sua carreira e saber vender-se no mercado é imprescindível”, ressalta Andreza, da Monster. Juliana, do Grupo Soma, alerta que é preciso conter a ansiedade em se especializar, para evitar erros.

    Visualizando um futuro
    Se, mesmo com todos esses passos, ainda está difícil decidir, então, comece a pensar em como você quer se ver em um futuro próximo. Que posição pretendo ocupar? Em qual nível de poder aquisitivo eu quero chegar? Quero ser um consultor, empreendedor ou seguir carreira em uma empresa?

    Para Andreza, o jovem profissional deve se fazer essas perguntas. “Essa auto-imagem vai facilitar o planejamento dos caminhos que ele deseja percorrer, como pessoa e como profissional”, acredita. “O fundamental mesmo é que ele invista em algo que goste, porque naturalmente terá mais dedicação. Os retornos financeiros virão como consequência desse prazer”.

    http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/estou-formado-e-agora-veja-os-proximos-passos-rumo-a-uma-carreira-bem-sucedida/36898/

     



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    Escrito por Fábio às 19h04
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    Classe C não quer só preço baixo

    Classe C não quer só preço baixo

    Luciana Carvalho, de EXAME.com  Quarta-feira, 25 de agosto de 2010 - 17h32

    SÃO PAULO - Foi-se o tempo em que as empresas precisavam criar produtos mais baratos para conseguir vender para a chamada classe C, classe média emergente.

     

    De acordo com o professor de Harvard e especialista no assunto, Michael Chu, preço não é (apenas) o que as pessoas dessa faixa de renda procuram. "As pessoas pobres, na verdade, estão pagando mais caro pela maioria dos produtos atualmente", diz.

    Chu desmistifica a ideia de que, para alcançar esse segmento que corresponde a 70% da população mundial, é preciso ter produtos baratos e de qualidade duvidosa.

     

    Segundo ele, as pessoas de baixa renda chegam a preferir produtos mais caros, mas que satisfaçam sua necessidade imediata. Um exemplo são os celulares pré-pagos, cuja tarifa das ligações é muito mais alta do que os pós-pagos, mas correspondem a 82% do total de linhas móveis do Brasil, segundo a Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações.

     

    O mesmo ocorre em relação a produtos bem mais baratos, mas que são vendidos em estabelecimentos comerciais muito distantes da casa do consumidor. Para este público, o gasto - de tempo e transporte - para chegar até a loja não vale o esforço. Com isso, ele acaba gastando com produtos mais caros em lojas mais próximas à moradia ou ao local de trabalho.

     

    Marca também é um ponto que as classes mais baixas valorizam, uma vez que o forte nome de um produto dá "certeza" de qualidade. "Se uma pessoa compra um produto e não gosta dele, ela não vai poder jogar fora e comprar outro, como alguém das classes A e B poderia fazer. Assim, as pessoas da base preferem pagar mais pela marca e, assim, ter certeza de satisfação", afirma.

    No entanto, muitas empresas ainda ignoram esses fatores, aplicando os mesmos pressupostos que são usados para as classes mais altas. Essa falta de conhecimento resulta em perda de tempo e dinheiro.

    O que fazer

     

    Para evitar dores de cabeça desnecessárias em uma investida no mercado consumidor de baixa renda, Michael Chu aconselha os empresários e gestores a sair às ruas, visitar favelas, conversar com pessoas dessa camada da população e observar os casos bem sucedidos de companhias que alcançaram esse objetivo.

     

    "Não tem como saber o que a classe C quer se a pessoa ficar dentro de seu escritório. Você tem que andar pelas ruas e favelas. Todos nós temos imagens nas nossas mentes sobre pobreza e baixa renda, mas muitos conceitos e preconceitos, geralmente, estão errados", diz Chu.

     

    É preciso também ter consciência de que atingir o mercado da base da pirâmide não está, necessariamente, ligado a preços baixos. Na verdade, o que essa classe precisa é de empresas que ofereçam melhores preços do que os que as pessoas estão pagando atualmente.

     

    Uma opção sugerida pelo especialista é a produção em escala, que aumenta o volume de produção, mas não sobrecarrega os gastos da empresa.

     

    Outro ponto ressaltado pelo especialista é a necessidade de pensar cada produto de acordo com o público. Por exemplo, não adianta vender um xampu de ótima qualidade, mas que só seja eficiente para uma pessoa que tem água encanada e chuveiro em casa.

     

    "Muitas dessas pessoas precisam de produtos adaptados às condições de vida. Se elas não têm água encanada, como podem usar um xampu cremoso e de difícil enxágüe?", indaga.  Aos poucos, as empresas estão percebendo que, a cada resposta a essas questões, mais oportunidades de negócio são abertas.

    http://info.abril.com.br/noticias/mercado/classe-c-nao-quer-so-preco-baixo-25082010-47.shl

     



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    Escrito por Fábio às 19h03
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    Seus Clientes são sua Marca, afirma Tom Peters

    Seus Clientes são sua Marca, afirma Tom Peters

    O “guru dos gurus” do management revela as estratégias que transformam negócios simples em empresas desejadas pelos clientes.

    Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

    Uma empresa que investe milhões em estrutura, equipamentos e muitas contratações terá, obrigatoriamente, sucesso? De acordo com Tom Peters, o principal guru do management no mundo, a reposta é não! Segundo o estudioso, as empresas que visualizam como prioridade o desejo e a real necessidade do cliente saem na frente.

     No Fórum HSM Estratégia, realizado em São Paulo, Peters insistiu que as empresas evitem estratégias baseadas em cifras e números, e foquem o que, para ele, sempre impulsionou os negócios em todos os tempos: as pessoas, os clientes, a "cultura" de valores e o espírito empreendedor dos gestores.

     Para Tom Peters, o atributo estratégico de qualquer organização deve ser o relacionamento e a habilidade de ouvir. "Gentileza = negócios = lucros. Não ouvir os clientes ou não atender bem são coisas que podem prejudicar todo o processo de relacionamento e fidelização dos consumidores", relata o guru.

     Nesse contexto, conduzir um bom relacionamento entre executivos e funcionários, funcionários com clientes e executivos e clientes torna-se fundamental. Para Tom Peters, a estratégia da empresa não deve se focar em entender a necessidade dos resultados, mas em entender as necessidades das pessoas. "As pessoas são a marca", enfatiza Peters.

     Um dos ensinamentos que o guru do mundo empresarial destaca sobre o relacionamento é que essa característica tende a ser cada vez mais humanizada e puxada para o emocional. "O executivo que sabe dizer um simples obrigado para os funcionários, por exemplo, apesar de parecer banal, mostra uma atitude de verdadeiro líder. Isso manifesta uma positiva reação em cadeia dentro da empresa", afirma o guru.

     Peters destaca o exemplo da Disney no tratamento dado aos frequentadores do parque desde a chegada. "A Disney teve a iniciativa de não fornecer somente um bom treinamento para seu alto escalão. Até mesmo os funcionários que trabalham no estacionamento receberam treinamento especializado para lidar com as pessoas. Uma iniciativa simples, mas que agrada todos os consumidores e ajuda a manter a 'magia' e o diferencial da companhia com o seu público", diz Peters.

    Pequenas ações trazem bons resultados

     Outro ponto importante para impulsionar os negócios é o poder de inovar ou reinventar conceitos já estabelecidos para levar novas experiências aos consumidores. Tom Peters destaca que esse processo pode acontecer com o mínimo de recursos, mas através de idéias boas. "Atitudes triviais podem mudar positivamente o rumo de um negócio. Existem muitas ações pequenas 'dando sopa' e que possuem um impacto enorme", afirma o guru.

     Peters relata o exemplo da rede varejista Walmart, que vende desde grandes eletrodomésticos a produtos de cestas básicas, e teve uma idéia simples, mas alcançou um resultado além do esperado.

    Após verificar uma tendência, de que consumidores ao comprar um grande eletrodoméstico levavam somente esse produto, a rede começou a disponibilizar carrinhos de compra maiores. Com isso, os consumidores continuavam no supermercado comprando outros produtos (comuns da cesta básica e da rotina), mesmo levando os objetos maiores.

     Pense em novos consumidores, mas priorize seus clientes

     Outro ponto de destaque na consolidação de uma empresa no mercado é o modo como ela se comunica com seu público. Só que a forma do consumidor lidar com a propaganda está se alterando. Se antes as pessoas compravam um produto apenas pela sua publicidade, agora as pessoas querem saber a opinião de outros consumidores que já experimentaram esse produto.

     Por isso, Tom Peters alerta para a importância de atender bem seu cliente atual. "As empresas estão tão preocupadas em conseguir novos clientes que se esquecem de fazer pequenas coisas para manter seus clientes atuais", diz Peters. Para ele, as organizações que buscam atender bem seus clientes ganham disseminadores em potencial de seus produtos. "Os consumidores confiam mais na indicação de um cliente do que no anúncio da loja", afirma o guru.

     Nesse processo, as redes sociais funcionam como um verdadeiro boca a boca e exercem um papel fundamental para a divulgação e disseminação de produtos e serviços oferecidos pelas organizações.

     Palavra de guru

     Na opinião de Tom Peters, essa nova era voltada para o relacionamento prevê também a mudança no perfil de contratação das equipes na empresa. "O profissional do futuro não deve ter apenas um MBA e ser um cara limitadamente voltado para resultados. É preciso ter algo peculiar, voltado para o social, por exemplo, mas que agregue novos valores para a empresa", disse Peters.

     Mais sobre Tom Peters

     Para as revistas Fortune, The Economist e outras, Tom Peters é o "guru dos gurus" do management e, assim como Michael Porter, Peter Drucker e Prahalad, é um dos maiores intelectuais corporativos do mundo. Seus livros venderam mais de seis milhões de cópias em todo o mundo, e alguns deles são considerados verdadeiros marcos no mundo dos negócios. 

    http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/seus-clientes-sao-sua-marca-afirma-tom-peters/37251/



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    Escrito por Fábio às 19h02
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    Novo homem na praça: menos machão, mais participativo

    Novo homem na praça: menos machão, mais participativo

    4 de setembro de 2010 | 16h08  -  Marili Ribeiro

    Ficou démodé falar que os homens descobriram que podem ser sensíveis sem perder o direito de ser machos. Cuidar da pele, pintar cabelo, recorrer às plásticas com finalidades estéticas estão no cardápio dos modernos há, pelo menos, dez anos. A grande novidade na evolução do papel masculino, pós-consolidação da liberação feminina (iniciada na década de 60), é que eles estão mais relaxados sobre as atitudes masculinas convencionais e bem mais participativos na rotina da vida familiar, conforme acaba de constatar levantamento com 1.500 homens, entre 35 e 50 anos, feito em duas etapas pelo Departamento de Inteligência de Mercado do Grupo Abril.

    Entre as revelações que surpreendem estão que 55% admite que já foi traído. Diante de tal constatação, ele pretenderia acabar com o casamento? Não. Agora, eles preferem discutir a relação, afinal 79% deles se dizem totalmente favoráveis ao casamento. Querem participar da educação dos filhos (83% das respostas) e têm o lar como o seu melhor refúgio (85%). Há mais. 63% assumem que já brocharam. Não há registro anterior em pesquisas do gênero, já que eles nunca reconheceram falhar, não é mesmo? E, para completar, 67% dizem que choram e não têm problemas com isso.

    Se no emocional os homens seguem conquistando o direto às oscilações de humor sem medo de serem infelizes tão associadas ao ambiente feminino, no plano das compras eles deixam o antigo padrão da racionalidade e assumem que “compro algum supérfluo de vez em quando porque mereço”, como 78% do entrevistados que responderam a lista atitudes com as quais mais se identificam.

    Chamado para analisar o perfil desse homem que emergiu dos dados coletados na atual pesquisa _ a Editora Abril tinha realizado estudo similar em 2000 com resultados bem diversos _ , o psicanalista Contardo Calligaris, disse que não se surpreendeu até pelo que registra em seu consultório. “Os homens são fundamentalmente casamenteiros e caseiros ao contrário das expectativas sociais”, resume ele. Entre os pontos que destaca e que demonstram um homem menos afeito ao papel dominador que sempre preponderou como retrato do sexo forte, está o fato de eles hoje reconhecerem que as mulheres podem ser tão infiéis quanto eles. “Isso é um avanço real. Significa que os homens estão dispostos a admitir que as mulheres têm uma sexualidade própria”.

    SAÚDE NÃO É MAIS COISA DE MULHERZINHA

    O médico urologista Jorge Hallak concorda que há uma mudança evidente no comportamento masculino em especial nos últimos quatro anos, como ele mesmo experimenta em seu consultório, ou mesmo no Hospital das Clínicas, onde atende o público do SUS.  Os homens descobriram que podem e devem cuidar da própria saúde. Entretanto, Hallak ressalta que essa atitude ainda não uniforme, principalmente por falta de educação e compreensão. “Envolve mudança cultural e isso leva tempo”, diz ele. “Mas a busca pelo bem estar global quase triplicou no meu consultório. Antes as mulheres detinham os recordes de cuidados com a saúde”. O estudo da Abril aponta que 60% dos entrevistados vão ao médico com regularidade e estão atentos aos problemas que podem afetar a sua qualidade de vida.

    Há novos comportamentos que estão ficando cada vez mais consistentes na rotina masculina, na opinião da publicitária Rita Almeida, sócia da CO. R Estratégias de Inovação, que observa essa realidade cada vez mais definida nos levantamentos que prepara para seus clientes. “O homem ainda é pouco estudado no Brasil”, aponta ela “A indústria e as empresas prestadoras de serviços seguem dando prioridade à comunicação dirigida à mulher por acreditarem que ela é a grande consumidora, responsável pelas compras da família”.

    Para Rita os anunciantes deveriam ficar mais atentos. “Os homens na faixa dos 35 anos são os que mais aparecem em paz com os novos padrões de comportamento e consumo. Eles se ressentem de fala da informação e as marcas não estão sabendo responder a essa demanda”, diz ela.

    Na pesquisa da Abril, quando estimulados a escolher figuras públicas que admiram, e com as quais se identificam, eles escolheram entre outros, o treinador e ex-jogador de vôlei Bernardinho, o apresentador Luciano Huck. Na opinião de Rita, isso se dá por eles serem percebidos como caras empreendedores e, ao mesmo tempo, donos de um discurso simples e direto. São bem casados e aparecem em revistas e lugares públicos ao lado da família, além de também fazerem declarações públicas em defesa do bem comum.

    Damont Carvalho, executivo do mercado financeiro que trabalha no Banco Fator, se encaixa nessas referências.  Aos 35 anos e pai de duas meninas, ele se queixa, por exemplo, de ir ao shopping fazer compras para as filhas e ter dificuldades de escolher produtos porque toda a comunicação sempre é toda voltada para a mulher. “Meu pai”, conta ele, “nunca foi à minha escola quando era criança. Eu, ao contrário, pago o mico de participar de qualquer festinha. Não perco isso por nada e acho que isso vai ficando mais comum entre os homens da minha geração”.

    UMA REVISTA SEM PELADONA NA CAPA

    O resultado da pesquisa que define as atitudes do que classificou como sendo do homem Alfa – menos machão e mais participativo –será usada como referência pela Editora Abril em uma publicação que lança para atender a essas novas demandas masculinas. Batizada de Revista Alfa, chega às bancas dia 10 de setembro, e terá homens com o perfil da pequisa na capa.

    No portfólio da empresa há revistas bem ao gosto do machão típico, caso da Playboy, e do vaidoso assumido, Mens Health. Fora isso, houve a tentativa de fazer da revista VIP uma alternativa para atender ao público intermediário, mas não alcançou a repercussão esperada. “O público feminino está coberto, com revistas que atendem desde as adolescentes a partir dos 13 anos (Capricho), até a mulher madura na casa dos 60 (Cláudia)”, diz o jornalista Kiko Nogueira que será o diretor de redação da nova publicação.

    O mercado que abordem o comportamento masculino é realmente carente. Há no Brasil mais que o triplo de títulos voltados para mulheres nessa categoria segundo o IVC – Instituto Verificador de Circulação.

    http://blogs.estadao.com.br/marili-ribeiro/novo-homem-na-praca-menos-machao-mais-participativo/



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    Escrito por Fábio às 18h58
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    Decifre o que o consumidor deseja

    Decifre o que o consumidor deseja

    O setor varejista aposta no neuromarketing para entender o comportamento do consumidor no ponto de venda

    Por Viviane Maia

    O ponto de venda virou um grande Big Brother. Indústria e varejo acompanham cuidadosamente o comportamento do consumidor neste local. Não é à toa. De acordo com levantamento do instituto Popai, especializado em vendas no varejo, é neste local que cerca de 70% das decisões de compra são tomadas. O que faz com que o comprador escolha o produto X e não o Y? Preço, qualidade ou marca?

    Para tentar responder a essas perguntas e entender as reações do consumidor no processo de compra, o setor pediu ajuda à neurociência. Aliada ao estudo comportamental dos consumidores, a ciência se transformou em neuromarketing, técnica utilizada por grandes empresas como Unilever e Procter & Gamble nos Estados Unidos. “Há muitos mistérios no processo de decisão de compra que as pesquisas qualitativas podem prever”, afirma Michael Brammer, professor de Neuroimagem do Instituto de Psiquiatria do Kings College, em Londres.

    Estudioso do tema a mais de 12 anos, Brammer acredita que as respostas dos consumidores em pesquisas qualitativas quase nunca mostram os reais desejos em relação aos produtos que querem comprar. Para decifrar a mente do consumidor, segundo o pesquisador, é fundamental usar ferramentas de pesquisa combinadas. “A mente humana é extremamente complexa e não é um único instrumento que consegue ter respostas definitivas”, afirma o cientista inglês, que esteve no Brasil para um workshop sobre inteligência de compra realizado no Insper, com patrocínio da agência de promoções especializada em varejo Ponto de Criação.

    O neuromarketing utiliza técnicas de imagens cerebrais feitas por ressonância magnética para tentar entender como o cérebro reage quando exposto a mensagens relacionadas a experiência de consumo, identificando as zonas do cérebro estimuladas. Para chegar a este resultado, de acordo com Brammer, os aparelhos fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e as reações.

    Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir o que uma campanha de marketing pode despertar nas pessoas e como isso pode influenciar na hora da compra. De acordo com o pesquisador, essa ciência pode permitir que uma empresa elabore melhor suas ações e instigue as pessoas. “É uma técnica que pode identificar o que as pessoas preferem de forma inconsciente ”, afirma o estudioso. “Com isso, a indústria e o varejo podem cruzar todas as informações disponíveis e fazer com que as escolhas fiquem mais fáceis”.

    A neurociência tem mostrado que emoção não se separa da razão. “É estranho compreender o porquê do mercado publicitário separar as campanhas institucionais, que trazem a emoção, das campanhas de varejo, voltadas ao racional para promover vendas", diz Brammer. “Elas devem ser interligadas para surtir efeito”.

    O professor afirma que o neuromarketing ainda encontra alguns entraves para a adoção. O principal ainda é o preço. Ele estima que um projeto que une a neurociência com o comportamento do consumidor pode custar a partir de US$ 60.000. Além disso, há a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final. “Vale como um indicativo para entender a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor”.

    http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI173609-16357,00-DECIFRE%20O%20QUE%20O%20CONSUMIDOR%20DESEJA.html



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    Escrito por Fábio às 18h56
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    Quem vem depois da Geração Y?

    Quem vem depois da Geração Y? Novo perfil de profissional já sonda o mercado

    Eles ainda não entraram no mercado de trabalho. Mas comportamento da Geração "Z" mudará a dinâmica nas empresas

    Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney

    A Geração “Y” mudou o mercado de trabalho. Ansiosos por um crescimento rápido na carreira, os profissionais dessa geração alteraram a dinâmica e a hierarquia das empresas. E essas alterações foram tão profundas que pareciam ser as únicas sofridas pelo mercado. Contudo, mal a “Y” se estabeleceu e uma nova geração já promete mudar, de novo, a dinâmica do mercado.

     Eles nem entraram no mercado de trabalho e já dão sinais de que vieram para causar mudanças tão intensas quanto as provocadas pela Geração “Y”. Para a gerente-geral da Right Management, Eliane Saad, ainda pairam dúvidas no ar sobre as exatas características da chamada Geração “Z”, até com relação ao seu início. Muitos afirmam que fazem parte dessa geração aqueles que nasceram em 1990. Há quem diga que somente aqueles que nasceram a partir de 1994 são considerados “Zs”. Para Eliane, essa nova leva de profissionais nasceu a partir do ano 2000.

     

    Como a Geração “Y”, os profissionais da Geração “Z” têm ânsia por crescer. Diferentemente da geração atual, contudo, os novos profissionais que começarão a entrar no mercado daqui há alguns anos estão preocupados com outras questões para além do sucesso dentro da empresa. “Eles não querem crescer a qualquer preço”, ressalta Eliane.

     O que já podemos observar e que vem dos jovens do final da Geração Y é uma certa irreverência em relação ao trabalho”, diz Eliane. “São muito preocupados com a vida, com o planeta e com sua própria evolução em termos de bem-estar. Querem poder equilibrar trabalho e lazer melhor do que estão vendo seus pais fazerem”, diz.

     O que vem depois da Y


    Intensidade é a palavra usada pela professora de Gestão de Pessoas da Trevisan Escola de Negócios Juliana Dutra para definir essa nova geração de profissionais que estão se formando agora.

    Para ela, a nova geração tem tudo o que a atual tem, só que de uma maneira mais intensa, porém, mais planejada. “Para eles, o crescimento profissional é visto de uma maneira diferente”, afirma. “Eles acreditam que o aprendizado vem com a prática”, ressalta a professora.

    De acordo com Juliana, que também atua na preparação de educadores para lidar com a nova geração de profissionais, esses jovens querem crescer tanto quanto a Geração “Y”, por isso, se arriscam mais. O risco, na avaliação da professora, é um dos pontos que mais diferencia a Geração “Y” da “Z”.

     “É aí que os líderes devem dosar a coragem e o preparo desses jovens, pois correr riscos demais pode não ser vantajoso”, avalia Juliana. “Os líderes atuais terão de compreender como lidar com esses novos profissionais e como motivá-los e satisfazê-los num mundo que não estará totalmente pronto para eles”, ressalta Eliane.

    Tecnologia


    O risco também é a palavra-chave encontrada pela gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Melina Graf, para diferenciar a nova geração de profissionais, que ainda sonda o mercado, da geração que já está se preparando para liderar.

    Contudo, como essa nova geração é nascida no berço da tecnologia, a agilidade deve ser a característica mais marcante dela. “A Geração Z está ligada à tecnologia desde o nascimento. São pessoas que são mais antenadas, mais ligadas a esse meio”, ressalta.

    “Provavelmente será uma geração que usará a tecnologia de uma forma um pouco diferente”, completa Eliane. “Observando-os, percebemos que lidam com seus compromissos e tarefas de maneira imediata e prontamente”, diz. Para eles, diz a gerente, a tecnologia serve para comunicá-los de maneira imediata.

    “Também serão profissionais que usarão a tecnologia para construir e customizar seus próprios equipamentos”.

    Diante disso, a nova geração de profissionais não quer saber de esperar. Dentre as características da geração que vem depois da Geração “Z”, Melina identifica outra que diferenciará ainda mais esse novo perfil de profissional: a criatividade. Empresas de tecnologia, que permitam um trabalho criativo e com horário flexível, serão as mais requisitadas pela nova geração.

     E elas vão corresponder aos anseios da Geralção “Z”? “As empresas terão de se adaptar”, ressalta Melina.

    Eliane também acredita que as empresas passarão, de novo, por mais uma fase de adaptação

    Link do artigo: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/quem-vem-depois-da-geracao-y-novo-perfil-de-profissional-ja-sonda-o-mercado/41616/

     



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    Escrito por Fábio às 18h55
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    O Manifesto da Geração M

    Alguns artigos interessantes para a semana:

     O Manifesto da Geração M  

    http://blogs.hbr.org/haque/2009/07/today_in_capitalism_20_1.html

    A Geração M

    http://augustocvp.wordpress.com/2009/05/06/a-geracao-m/

    Cresce a força de trabalho feminino no país

    http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/cresce-forca-trabalho-feminino-pais-585356.html



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    Escrito por Fábio às 18h46
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    Conhecendo as MPEs / Indicadores

    Em São Paulo, existem hoje 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Juntas elas somam 98% do total de empresas formais do Estado e empregam de cinco a seis milhões pessoas – 67% do pessoal ocupado no setor privado.

    Para a composição dos Indicadores Sebrae-SP são entrevistados proprietários de 2.716 MPEs. A pesquisa conta com a  colaboração da Fundação SEADE (Sistema Estadual de Análise de Dados).

    http://alfredopassos.wordpress.com/2010/08/20/pequenas-empresas-crescem-mais-em-2010/

    Veja o estudo completo em Conhecendo as MPEs/Indicadores:

    http://www.sebraesp.com.br/sites/default/files/series_indicadores_9_10.pdf



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    Escrito por Fábio às 18h45
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    A força das pequenas de São Paulo

    A força das pequenas de São Paulo

    As micro e pequenas empresas paulistas representam 37,3% das exportações das MPEs brasileiras. A diversidade e o alto valor agregado dos produtos fabricados ajudam o estado a se destacar.

    Marina Sarruf  marina.sarruf@anba.com.br

    São Paulo – Mel, cosméticos, calçados, roupas, frutas, tecnologia são produtos fabricados por micro e pequenas empresas paulistas. E também são produtos que saem todos os meses do pátio destas companhias para ganhar o mundo. O estado responde por 37,3% das exportações das micro e pequenas (MPEs) brasileiras, segundo dados do Serviço Brasileira de Apoio às Micro e Pequenas (Sebrae-SP), e é a região do Brasil onde esse perfil de empresa tem mais força no mercado internacional.
    O estado tem o maior valor exportado entre micro e pequenas companhias, segundo o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortorella. "As pequenas empresas (de São Paulo), em função da facilidade dos meios de comunicação e de transporte, têm a cada dia se integrado mais com empresas estrangeiras e com o mercado exterior, e este intercâmbio tornou nosso empresário mais aberto para as questões relacionadas à internacionalização", afirmou Tortorella.

    Segundo o gerente-geral de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Sérgio Costa, o estado de São Paulo responde por 27,8% das exportações brasileiras totais, o que mostra a força das empresas no mercado internacional. "Temos São Paulo como um grande exportador de produtos acabados", disse.

    Ele destacou alimentos processados, autopeças, veículos, equipamentos médicos e odontológicos, móveis, têxteis, máquinas e equipamentos diversos e peças para aeronáutica como produtos vendidos pelos pequenos. "São Paulo, além de ter uma grande diversificação de produtos, tem empresas para competir no mercado internacional com produtos de alto valor agregado", afirmou Costa.
    O executivo destacou ainda que o estado é um grande exportador de serviços, com a presença de escritórios de design, publicidade e propaganda no exterior. "São Paulo está se posicionando de forma bem agressiva, com uma atuação profissionalizada para exportar", afirmou. Um dos motivos para isso, segundo ele, é que o estado oferece um apoio forte para os pequenos empresários se capacitarem, com institutos de pesquisas tecnológicas, centros de tecnologia e laboratórios que auxiliam no desenvolvimento dos produtos.

    De acordo com Tortorella, o número de pequenas empresas exportadoras tem caído, principalmente em função da valorização do real. As principais dificuldades enfrentadas no mercado externo, segundo ele, são a baixa capacidade produtiva; produtos que não atendem à qualidade exigida por muitos mercados; desconhecimento de hábitos, costumes, regulamentos e legislação de outros países; falta de logística e embalagens adequadas; pouco recurso para eventos internacionais; e não ter bons catálogos de apresentação dos produtos.

    A limitação de recursos financeiros também é um entrave para que as pequenas alcancem mercados mais distantes. A proximidade com os países da América Latina faz com que a região represente 40% das exportações das pequenas. Costa afirma que São Paulo é o maior "hub" aéreo do Brasil, o que, por outro lado, facilita a ida dessas empresas para outros países.

    Apesar das dificuldades, Tortorella diz que as pequenas empresas estão se adaptando ao real valorizado, com vendas de produtos para nichos de mercados onde os consumidores são menos sensíveis a preços, querem produtos diferenciados e não se incomodam em pagar um pouco mais por isso.

    Crescendo e exportando

    A empresa de São Paulo Blue Macaw Flora, fabricante de ingredientes naturais de frutas exóticas para alimentos, cosméticos e saúde, é um exemplo de pequena que vem fazendo a lição de casa para conquistar o mercado externo.

    Fundada em 2007 por duas sócias, a empresa emprega hoje quatro funcionários diretos e terceiriza outros 20 profissionais. "O primeiro ano foi basicamente dedicado à constituição da empresa, pesquisa de mercado, desenvolvimento de fornecedor, levantamento de potenciais clientes, adequação de produtos, criação da marca, elaboração do website e desenvolvimento do material técnico e promocional", afirmou a sócia Ana Tovasi.
    Segundo ela, a empresa foi criada para atender o mercado externo. Os pós de frutas como umbu, cajá, graviola, açaí, goiaba, acerola e maracujá em pouco tempo chamaram a atenção de outros países. Eles servem, principalmente, para a indústria alimentícia na fabricação de doces, bolos, sucos, shakes, cereais matinais e coberturas para sorvetes. Por mês, a empresa embarca cerca de 15 toneladas para o exterior.

    As primeiras exportações foram realizadas no final de 2008. "Ainda estamos em um estágio inicial de desenvolvimento de clientes. O ciclo de vendas do nosso produto é bastante longo, mas já exportamos para os Estados Unidos, Canadá, África do Sul, França, Alemanha, Noruega, República Checa, Austrália, Japão e Coréia", disse a sócia.

    "Podemos dizer que exportar é sempre um desafio, o mercado internacional é sempre muito exigente, principalmente com relação aos requisitos de qualidade, certificações e agora também está muito alta a questão de sustentabilidade", disse Ana. Entre os principais problemas enfrentados para exportar, segundo ela, estão a variação cambial, que faz os produtos brasileiros se tornarem pouco atrativos e competitivos, além do difícil acesso ao crédito.

    Tecnologia

    Outra pequena de São Paulo que vem se destacando no mercado externo é a Bionext, de produtos biotecnológicos. Fundada em 2002, a empresa demorou quatro anos para conseguir a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o funcionamento de sua fábrica. Segundo o engenheiro e sócio da companhia, Gerardo Mendoza, o foco é na área de pesquisa tecnológica.

    O primeiro produto da Bionext a conquistar o mercado externo foi a membrana Bionext, que é um curativo de biocelulose para tratamento de lesões de pele. A tecnologia desenvolvida foi tão revolucionária que acabou chamando a atenção de outros países, que hoje são importadores da empresa, como Costa Rica, Colômbia, Taiwan e Indonésia. Os próximos destinos são México e Estados Unidos. As exportações tiveram início em 2008.
    Atualmente, a empresa trabalha no desenvolvimento de membranas para o recobrimento de partes cerebrais, ossos e cartilagem à base de biocelulose e membranas para reconstrução de córneas. Segundo Mendoza, a empresa tem capacidade de produzir até 3,4 milhões de centímetros quadrados por mês, o que daria para atender toda a demanda do mercado interno e externo. Atualmente, 50% da produção é voltado para o exterior.

    A Bionext emprega 10 funcionários diretos e tem outros 20 colaboradores, entre pesquisadores e cientistas de universidades e laboratórios de pesquisa.



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    Escrito por Fábio às 18h44
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    A Força dos Pequenos Negócios - Ricardo Tortorella

    A Força dos Pequenos Negócios - Ricardo Tortorella

    Resumo

    Hoje, a micro e pequena empresa representa 99% do total das empresas e responde por grande parte do volume de empregos na maioria dos países.
    A missão do SEBRAE-SP é apoiar os empresários de pequeno porte para que possam conduzir seus negócios com inteligência de gestão e tornarem-se empresas saudáveis, sustentáveis e competitivas.
    Revista da ESPM - Vol 17, n. 3



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    Escrito por Fábio às 18h30
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    Decifre o que o consumidor deseja

    Decifre o que o consumidor deseja

    O setor varejista aposta no neuromarketing para entender o comportamento do consumidor no ponto de venda

    Por Viviane Maia

    O ponto de venda virou um grande Big Brother. Indústria e varejo acompanham cuidadosamente o comportamento do consumidor neste local. Não é à toa. De acordo com levantamento do instituto Popai, especializado em vendas no varejo, é neste local que cerca de 70% das decisões de compra são tomadas. O que faz com que o comprador escolha o produto X e não o Y? Preço, qualidade ou marca?

    Para tentar responder a essas perguntas e entender as reações do consumidor no processo de compra, o setor pediu ajuda à neurociência. Aliada ao estudo comportamental dos consumidores, a ciência se transformou em neuromarketing, técnica utilizada por grandes empresas como Unilever e Procter & Gamble nos Estados Unidos. “Há muitos mistérios no processo de decisão de compra que as pesquisas qualitativas podem prever”, afirma Michael Brammer, professor de Neuroimagem do Instituto de Psiquiatria do Kings College, em Londres.

    Estudioso do tema a mais de 12 anos, Brammer acredita que as respostas dos consumidores em pesquisas qualitativas quase nunca mostram os reais desejos em relação aos produtos que querem comprar. Para decifrar a mente do consumidor, segundo o pesquisador, é fundamental usar ferramentas de pesquisa combinadas. “A mente humana é extremamente complexa e não é um único instrumento que consegue ter respostas definitivas”, afirma o cientista inglês, que esteve no Brasil para um workshop sobre inteligência de compra realizado no Insper, com patrocínio da agência de promoções especializada em varejo Ponto de Criação.

    O neuromarketing utiliza técnicas de imagens cerebrais feitas por ressonância magnética para tentar entender como o cérebro reage quando exposto a mensagens relacionadas a experiência de consumo, identificando as zonas do cérebro estimuladas. Para chegar a este resultado, de acordo com Brammer, os aparelhos fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e as reações.

    Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir o que uma campanha de marketing pode despertar nas pessoas e como isso pode influenciar na hora da compra. De acordo com o pesquisador, essa ciência pode permitir que uma empresa elabore melhor suas ações e instigue as pessoas. “É uma técnica que pode identificar o que as pessoas preferem de forma inconsciente ”, afirma o estudioso. “Com isso, a indústria e o varejo podem cruzar todas as informações disponíveis e fazer com que as escolhas fiquem mais fáceis”.

    A neurociência tem mostrado que emoção não se separa da razão. “É estranho compreender o porquê do mercado publicitário separar as campanhas institucionais, que trazem a emoção, das campanhas de varejo, voltadas ao racional para promover vendas", diz Brammer. “Elas devem ser interligadas para surtir efeito”.

    O professor afirma que o neuromarketing ainda encontra alguns entraves para a adoção. O principal ainda é o preço. Ele estima que um projeto que une a neurociência com o comportamento do consumidor pode custar a partir de US$ 60.000. Além disso, há a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final. “Vale como um indicativo para entender a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor”.

    http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI173609-16357,00-DECIFRE%20O%20QUE%20O%20CONSUMIDOR%20DESEJA.html



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    Escrito por Fábio às 18h28
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    Decifre o que o consumidor deseja

    Decifre o que o consumidor deseja

    O setor varejista aposta no neuromarketing para entender o comportamento do consumidor no ponto de venda

    Por Viviane Maia

    O ponto de venda virou um grande Big Brother. Indústria e varejo acompanham cuidadosamente o comportamento do consumidor neste local. Não é à toa. De acordo com levantamento do instituto Popai, especializado em vendas no varejo, é neste local que cerca de 70% das decisões de compra são tomadas. O que faz com que o comprador escolha o produto X e não o Y? Preço, qualidade ou marca?

    Para tentar responder a essas perguntas e entender as reações do consumidor no processo de compra, o setor pediu ajuda à neurociência. Aliada ao estudo comportamental dos consumidores, a ciência se transformou em neuromarketing, técnica utilizada por grandes empresas como Unilever e Procter & Gamble nos Estados Unidos. “Há muitos mistérios no processo de decisão de compra que as pesquisas qualitativas podem prever”, afirma Michael Brammer, professor de Neuroimagem do Instituto de Psiquiatria do Kings College, em Londres.

    Estudioso do tema a mais de 12 anos, Brammer acredita que as respostas dos consumidores em pesquisas qualitativas quase nunca mostram os reais desejos em relação aos produtos que querem comprar. Para decifrar a mente do consumidor, segundo o pesquisador, é fundamental usar ferramentas de pesquisa combinadas. “A mente humana é extremamente complexa e não é um único instrumento que consegue ter respostas definitivas”, afirma o cientista inglês, que esteve no Brasil para um workshop sobre inteligência de compra realizado no Insper, com patrocínio da agência de promoções especializada em varejo Ponto de Criação.

    O neuromarketing utiliza técnicas de imagens cerebrais feitas por ressonância magnética para tentar entender como o cérebro reage quando exposto a mensagens relacionadas a experiência de consumo, identificando as zonas do cérebro estimuladas. Para chegar a este resultado, de acordo com Brammer, os aparelhos fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e as reações.

    Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir o que uma campanha de marketing pode despertar nas pessoas e como isso pode influenciar na hora da compra. De acordo com o pesquisador, essa ciência pode permitir que uma empresa elabore melhor suas ações e instigue as pessoas. “É uma técnica que pode identificar o que as pessoas preferem de forma inconsciente ”, afirma o estudioso. “Com isso, a indústria e o varejo podem cruzar todas as informações disponíveis e fazer com que as escolhas fiquem mais fáceis”.

    A neurociência tem mostrado que emoção não se separa da razão. “É estranho compreender o porquê do mercado publicitário separar as campanhas institucionais, que trazem a emoção, das campanhas de varejo, voltadas ao racional para promover vendas", diz Brammer. “Elas devem ser interligadas para surtir efeito”.

    O professor afirma que o neuromarketing ainda encontra alguns entraves para a adoção. O principal ainda é o preço. Ele estima que um projeto que une a neurociência com o comportamento do consumidor pode custar a partir de US$ 60.000. Além disso, há a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final. “Vale como um indicativo para entender a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor”.

    http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI173609-16357,00-DECIFRE%20O%20QUE%20O%20CONSUMIDOR%20DESEJA.html



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    Escrito por Fábio às 18h27
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    A Cadeia de Suprimento Transparente - Steve New

    A Cadeia de Suprimento Transparente - Steve New

    Deixe o cliente informado sobre a origem de seus produtos - antes que ele resolva descobrir por conta própria. Antigamente, a origem dos produtos de uma empresa era envolta em mistério. Tirando os envolvidos na cadeia de suprimento, quase ninguém se importava. Obviamente, isso mudou. Consumidores, governos e empresas hoje exigem detalhes sobre sistemas de entrega e fontes de mercadorias. Estão preocupados com a qualidade, a segurança, a ética e o impacto ambiental. Organizações com visão estão enfrentando diretamente novas ameaças e oportunidades trazidas pela pergunta - De onde vem essa mercadoria ?

    Vejamos o problema que uma cadeia de suprimento opaca pode causar. Embora a maioria dos proprietários de um iPhone provavelmente nem pense na origem do aparelho, o suicídio de trabalhadores da Foxconn, uma das principais fornecedoras chinesas da Apple, obrigou a empresa a deixar à vista parte da cadeia de suprimento em 2009 - para refutar a acusação de que a mão de obra que usava trabalhava em condições degradantes. Outro caso de grande visibilidade, o escândalo do drywall tóxico, levou a ações coletivas na Justiça americana. O produto em questão entrou nos Estados Unidos sem qualquer outra informação sobre a procedência além do rótulo - Made in China. E, poucos anos antes, a fabricante de brinquedos Mattel enfrentou uma avalanche de relatos da presença de chumbo em brinquedos, o que levantou dúvidas sobre o grau de controle que tinha da cadeia de suprimento Na mão inversa, muitas empresas fazem da procedência uma virtude. A loja de roupas H-M, que tem uma rede internacional, se declara empenhada em melhorar práticas de trabalho e minimizar efeitos ambientais negativos não só de seus fornecedores, mas também de fornecedores dos fornecedores, ao longo de toda a cadeia. Compromissos similares - no passado assumidos por um punhado de varejistas de nicho - hoje são muito comuns. Mas, até recentemente, o cliente tinha uma visão limitada da cadeia de suprimento. Em geral, nem a empresa em si estava interessada em questionar muito a origem e o caminho percorrido por mercadorias que comprava. Para muitos produtos, a origem é um aspecto essencial daquilo que o cliente compra - ainda que seja uma qualidade intangível ou difícil de verificar. É impossível distinguir uma comida halal, kosher ou orgânica das outras; embora a distinção seja importante para certos consumidores, num teste cego a maioria não teria como dizer qual é qual. Pouca gente saberia apontar a diferença entre um Rolex ou uma bolsa Louis Vuitton autênticos e uma imitação de primeira. A falsificação é um problemaço porque, no final das contas, uma camisa feita dentro de padrões éticos tem a mesma aparência e o mesmo toque da versão feita numa fabriqueta qualquer. Mas o fato de que o consumidor se importa com a ética e a autenticidade é indiscutível: a procedência já pesa muito - e vai pesar cada vez mais. Movidas pelo crescente chamado da transparência, empresas como Walmart, Tesco e Kroger estão começando a usar novas tecnologias para dar dados da procedência ao mercado. Com o tempo, o acesso fácil a esse tipo de informação vai virar a norma para o cliente. Revelar a origem será um passo essencial para a empresa conquistar confiança e garantir sua reputação. Embora não sejam fundamentalmente novas, tecnologias cruciais estão evoluindo e se combinando para desencadear novas oportunidades - e também ameaças. A rotulagem de produtos foi transformada por dispositivos eletrônicos microscópicos, marcadores genéticos para produtos agrícolas e uma nova geração de código de barras que pode ser lido por um celular comum. Se a esses desdobramentos juntarmos o alcance da internet e a capacidade praticamente ilimitada de armazenagem de dados, a empresa hoje pode contemplar formas mais sofisticadas de monitorar - e revelar - a trajetória da manufatura de seus produtos. Etiquetas de identificação por radiofreqüência (RFID, na sigla em inglês), já populares na gestão de estoques e outras áreas, estão cada vez menores, mais baratas e flexíveis. Novas gerações - como o "mu-chip" da Hitachi, do tamanho de um grão de areia - podem ser usadas, por exemplo, para identificar discretamente uma jóia. Podem até ser incorporadas a papel e plástico, inserindo dados de procedência do produto no material propriamente dito. Etiquetas menores - exoticamente rotuladas de - pó de rádio - já estão em desenvolvimento. Assim como um rótulo de papel, a etiqueta eletrônica pode ser usada de duas maneiras. Pode guardar os dados diretamente - em certos casos, pode até ser atualizada à medida que o artigo for percorrendo a cadeia de suprimento. Ou, então, apenas conter um identificador único, que direciona o interessado a um grande volume de dados de apoio na internet. A onipresença desses dispositivos móveis significa que o consumidor pode acessar facilmente essa “ internet de coisas ” obtendo informações sobre a procedência não só no nível genérico da categoria ou do tipo de artigo, mas também para o item específico em questão. Se estiver interessado em, digamos, segurança alimentar, a tecnologia me dará informações não só sobre um certo tipo de frango, mas até mesmo sobre aquele frango específico.

     

    http://www.revistaharvard.com.br//index.php?codid=324




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    Escrito por Fábio às 18h26
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    Gestão da Qualidade

    Quem se interessar por Gestão da Qualidade indico uma visita a este site:
    Irá encontrar muita informação sobre o assunto.
    Uma amostra abaixo:
    Conceitos de CEP – Controle Estatístico de Processo

    A idéia principal do CEP é que melhores processos de produção com menos variabilidade propiciam níveis melhores de qualidade nos resultados da produção. E surpreendentemente quando se fala em melhores processos isso significa não somente qualidade melhor, mas também custos menores. Os custos diminuem principalmente em função de duas razões: a inspeção por amostragem e a redução de rejeito.

    Um dos pilares dos estudos em Estatística é a amostragem. Populações (na fábrica, o engenheiro utiliza a palavra “lotes”) em geral são grandes demais para serem analisadas em grandes detalhes item por item. Em muitos casos a inspeção a 100% é uma regra da fábrica, mas na realidade este procedimento não funciona adequadamente.

    Imagine o operador que tem a responsabilidade de verificar o nível de preenchimento de um lote de garrafas de cerveja. O lote tem 1000 unidades. Depois de inspecionar apenas 100 garrafas, é muito provável que o operador já não esteja mais pensando em níveis de preenchimento, mas sim no próximo jogo do seu time de futebol, na próxima oportunidade de tomar uma cerveja, ou na próxima namorada. No final, inspeção a 100% tem custos elevados e resultados péssimos. A seleção de amostras de tamanho muito menor que a população enxuga os custos e paradoxalmente acaba representando melhor as características da população. Amostragem também é necessária quando a inspeção necessita da destruição do item amostrado. Neste caso poucos itens vão para o laboratório para sofrer a verificação dos técnicos.

    Uma segunda razão pela qual a aplicação de CEP impulsiona os custos para baixo é que o número e percentagem de peças defeituosas produzidas na fábrica vão diminuir com as melhorias na linha de produção. Portanto, com menos refugo e menos retrabalho, o custo por peça produzida vai diminuir. Enfatiza-se que existe somente uma razão para utilizar CEP na fábrica: aumentar o resultado financeiro da empresa, se possível a curto prazo, mas também, e talvez mais importante, a longo prazo.

    É muito comum nas fábricas que processos industriais não sejam otimizados no sentido de serem caracterizados por altos níveis de eficiência, no entanto, dentro do CEP existem ferramentas para monitorar o processo e, portanto, melhorá-lo. O monitoramento tem como requisitos a amostragem feita periodicamente, e o tamanho adequado da amostra.

    A idéia de controlar um processo é totalmente diferente da idéia de inspecionar peças para identificar peças não-conformes, embora os dois procedimentos utilizem em parte as mesmas ferramentas estatísticas. A inspeção de peças individuais tem como objetivo a eliminação de peças de baixa qualidade que não alcançam as expectativas do consumidor e não devem ser colocadas no mercado. Com constante inspeção do produto ao longo da linha de produção, a empresa pode identificar o produto que precisa de retrabalho ou até mesmo rejeição total. Neste caso, a fábrica está gastando desnecessariamente para corrigir erros, que, numa fábrica melhor organizada, não aconteceriam com tanta freqüência. Numa fábrica melhor, é feita a coisa certa na primeira vez. Uma fábrica realmente eficiente não exige inspeção a toda hora porque tem muita confiança que o produto já está saindo dentro das especificações. É muito comum na indústria que a fabricação de peças não conformes ocorra porque os processos da empresa são instáveis (irregulares) no ponto de proporcionar produto fora das especificações.

    Em outras palavras, a fábrica não está controlando o processo para melhorar constantemente a qualidade do produto. Para controlar e estabilizar os processos da empresa são utilizadas as ferramentas de CEP, necessitando apenas de pequenas amostras sempre muito menores que os lotes. Assim, as investigações do gerente estarão na direção das grandes causas atrás das grandes irregularidades da linha de produção.

    Cada vez que uma nova causa é identificada e documentada para análise e, portanto, eliminada, o processo de produção é estabilizado e a qualidade garantida e melhorada.

    Com estes conceitos básicos do CEP, são introduzidas algumas ferramentas simples para melhorar a qualidade.

    Para conhecer as Sete Ferramentas do Controle da Qualidade, acesse os informativos abaixo:

    1. Cartas de Controle
      http://www.datalyzer.com.br/site/suporte/administrador/info/arquivos/info52/52.html

      Fonte: Controle Estatístico de Processo e Ferramentas da Qualidade, Robert Wayne Samohyl, Capítulo 9.



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    Escrito por Fábio às 18h26
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    Repense a cadeia de suprimento de ponta a ponta - Hau L. Lee

    Repense a cadeia de suprimento de ponta a ponta - Hau L. Lee

    Sediada em Hong Kong, a Esquel - uma das maiores fabricantes de camisetas de algoão nobre do mundo - enfrentou um dilema no início de 2000. Clientes como a Nike e a varejista Marks & Spencer tinham começado a sondar a empresa sobre seu desempenho ambiental e social. Seus dirigentes calcularam que outros clientes fariam o mesmo, já que crescia o número daqueles que exigiam que uma parcela maior do algodão usado nas camisetas fosse orgânico. Só que o cultivo do algodão exige muita água e agrotóxicos, especialmente em países pobres e em rápido desenvolvimento, onde era cultivado e processado o algodão da Esquel. Embora quisessem reforçar o já sério compromisso da empresa com a sustentabilidade social e ambiental, os executivos da Esquel perceberam que não daria simplesmente para exigir que os fornecedores de algodão de fibra extralonga passassem a usar menos  água, fertilizantes e pesticidas. Uma exigência dessas podia ser catastrófica para o agricultor e a comunidade. A maioria do algodão da Esquel vinha de Xinjiang, uma árida província no nordeste da China que depende basicamente de fontes subterrâneas de água. Lá, o método tradicional de irriga ão era a inundação periódica dos campos - abordagem ineficiente que criava um caldo de cultura perfeito para insetos e doenças. O uso pesado de agrotóxicos era uma necessidade. Havia, também, a questão da produtividade: a mudança para o algodão orgânico poderia derrubar em até 50% o rendimento da cultura. Ainda que o provável efeito da crescente demanda de algodão orgânico fosse a alta no preço, a Esquel não podia esperar que subisse o suficiente para compensar os produtores pela safra menor. Aliás, fabricantes de vestuário e varejistas tinham deixado bem claro que não aceitariam pagar muito mais por roupas feitas de algodão orgânico. Para complicar a situação, a fibra do algodão orgânico é menos resistente que a do algodão convencional e tem características físicas distintas. Exigiria mais processamento, deixaria uma parcela maior de restos na produção do tecido e exigiria produtos químicos e corantes mais nocivos ao meio ambiente e mais caros do que os empregados no algodão convencional. Tudo isso agregaria aos custos e anularia parte dos benefícios ambientais do algodão orgânico. Qual a saída para a fabricante de camisetas fornecer o produto que a clientela pedia, tocar a empresa de forma social e ambientalmente responsável na China e proteger a margem de lucro? Em vários setores, empresas de alto a baixo na cadeia de suprimento enfrentam o mesmo desafio: ainda que bem-intencionada, uma ação ou exigência isolada para tornar a empresa mais verde pode criar uma longa série de conseqüências imprevistas que, juntas, ofuscam os benefícios. A crescente pressão para a condução dos negócios de forma sustentável vem de várias partes interessadas - clientes, acionistas, conselhos, trabalhadores, governos e ONGs. A maioria das empresas responde de forma reativa, fragmentada. Exige que o fornecedor passe a trabalhar com matéria-prima ambientalmente correta. Pede que o fornecedor transfira a produção para mais perto do mercado final, para reduzir a pegada de carbono na hora do transporte. E promove ajustes nas próprias operações, trocando lâmpadas comuns por fluorescentes, reciclando um volume maior de material, recauchutando e reutilizando produtos, usando equipamentos de maior eficiência energética, e por aí vai. Esse tipo de medida é o que chamo de substituição: trocar um insumo, fornecedor, lugar, etapa de produção ou modo de transporte por outro. Embora cada mudança dessas aparentemente valha a pena, quando computadas as conseqüências involuntárias isso tudo pode acabar elevando custos financeiros, sociais ou ambientais e criar uma cadeia de suprimento que não é , digamos, sustentável. Em vez disso, toda empresa - de qualquer lugar da cadeia de suprimento, não só do final - deveria ter uma abordagem holística à sustentabilidade e promover mudanças estruturais maiores do que costuma fazer. Isso pode incluir inovações radicais em processos de produção, o estabelecimento de relações fundamentalmente distintas com parceiros de negócios (relações que possam evoluir para novos modelos de serviço) e até a colaboração com várias empresas para criar novas estruturas no setor. Essa é uma das conclusões mais importantes de um projeto de pesquisa que dirijo na Stanford Graduate School of Business. Nos últimos sete anos, eu e colegas estudamos a cadeia de suprimento de sete setores: agricultura, vestuário, automotivo, aparelhos eletrônicos, alta tecnologia, varejo e ind ústrias de base (como mineração, siderurgia e cimento). Além da Esquel, analisamos Adidas, Cemex, European Recycling Platform, Flextronics, Hewlett-Packard, Li - Fung, Netafim, Nike, Posco, Rio Tinto Iron Ore, Safeway, Smart Car, Starbucks, Toyota, Walmart e outras. Nosso foco foi, em particular, a responsabilidade ambiental e social em mercados em desenvolvimento. Essas economias abrigam as maiores oportunidades para a proteção do meio ambiente, mas também os maiores riscos. Dois episódios comentadíssimos de recall - o de ração contaminada para cães e gatos e o de brinquedos e cintos infantis da China cuja tinta continha chumbo - e o suicídio de trabalhadores numa fabricante de aparelhos eletrônicos em Shenzhen deixaram bem claro que o público, cada vez mais, responsabiliza a empresa por atos de seus parceiros na cadeia de suprimento. Dado o tremendo dano ambiental que a explosão industrial está causando na China, empresas que se abastecem ali devem esperar um exame mais intenso das credenciais verdes (ou falta delas) de seus fornecedores. Nitidamente, a questão da sustentabilidade está adicionando complexidade e risco ao já árduo desafio de administrar uma cadeia de suprimento global. Isso sugere que é preciso promover mudanças estruturais muito antes do que a maioria das empresas hoje promove. Medidas tomadas pela Esquel e pela siderúrgica sul-coreana Posco são bons exemplos do que quero dizer com mudança estrutural.

     

    Revista HBR – Out/2010 -

    http://www.hbrbr.com.br/index.php?codid=322




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    Escrito por Fábio às 18h25
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    Vale começa a contratar pesquisadores para ITV

    Vale começa a contratar pesquisadores para ITV

    Em entrevista à EXAME.com, Luiz Mello, diretor do Instituto Tecnológico da Vale (ITV), explica quais serão as oportunidades de carreira para cientistas na Vale

    São Paulo – Nos próximos quatro anos, a Vale vai investir 300 milhões de reais na implantação do Instituto Tecnológico Vale (ITV) que irá desenvolver pesquisas de ponta nas áreas de energia, desenvolvimento sustentável e mineração.

    A expectativa é de que, até 2012, o ITV recrute 400 profissionais para atuar nos três centros de pesquisa tecnológica. Desses, 150 serão doutores e pós-doutores que terão a função de liderar o desenvolvimento dos projetos.

    A iniciativa da Vale sinaliza uma tendência para a carreira científica no Brasil. Além dela, outras companhias como IBM e GE também irão lançar centros de pesquisa no país até o fim do ano.

    No caso do ITV, cada unidade será dedicada à uma área específica de pesquisa. Em Belém (Pará), o foco será desenvolvimento sustentável. Já em São José dos Campos (São Paulo), os estudos serão voltados para a área de energia, enquanto em Ouro Preto (Minas Gerais), os pesquisadores se dedicarão ao desenvolvimento de tecnologias para a mineração.

    De acordo com Luiz Mello, diretor do ITV, o processo de seleção dos orientadores dos projetos já começou. A ideia é contratar pesquisadores de todo mundo e atrair cientistas brasileiros que estão atuando no exterior.

    O recrutamento de bolsistas deve ser feito ao longo do próximo ano. Para isso, as Fundações de Amparo à Pesquisa parceiras do ITV lançarão editais para selecionar os projetos. Ao todo, 120 milhões de reais serão destinados às bolsas. Desses, 72 milhões de reais serão custeados pela Vale e 48 milhões pelas fundações.

    A proposta é criar no Brasil uma instituição semelhante ao Massachusetts Institute of Technology (MIT), localizado nos Estados Unidos e que já formou 73 ganhadores do prêmio Nobel. Em maio, a Vale assinou um acordo de cooperação com o instituto americano. A parceria prevê, entre outras atividades, bolsas de estudo na universidade americana para os pesquisadores do ITV. O centro de pesquisas brasileiro também terá parceria semelhante com a École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), da Suíça.

    Em entrevista à EXAME.com, Mello, que foi pró-reitor da Universidade Federal de São Paulo, analisou a rotina da carreira científica dentro de uma instituição ligada a iniciativa privada e explicou detalhes sobre as oportunidades de carreira e pesquisa no instituto.

    EXAME.com: Qual o perfil de profissional demandado pelo ITV?
    Luis Mello:
    Precisamos de gente com iniciativa e com uma grande capacidade para resolver problemas por si só. Ou seja, queremos pesquisadores que, ao verificar um problema, criem canais de atuação para solucioná-lo. Mas tão importante quanto a competência técnica é a dimensão social e emocional.

    Há oportunidades para engenheiro de minas, engenheiro metalúrgico, de produção, ferroviário, ambiental e outras engenharias. Além deles, iremos contratar um grande número de geólogos, biólogos, profissionais formados em Direito. A ideia é que o ITV seja abrangente. Tanto que há linhas de pesquisa voltadas para Sociologia.

    Continua no Link:

    http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/vale-comeca-a-contratar-pesquisadores-para-itv



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    Escrito por Fábio às 18h24
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    A receita do sucesso do Vale do Silício

    A receita do sucesso do Vale do Silício

    Empreendedores do principal pólo de inovação do mundo dão dicas para quem quer se arriscar em seu próprio negócio e analisam o empreendedorismo no Brasil

    Por Lilian Sobral

    Se existe um lugar conhecido mundialmente pela cultura empreendedora, é o Vale do Silício. A região, fincada no sul da Califórnia, ganhou esse nome ainda na década de 70, quando ali se concentravam muitas empresas fabricantes de chip de silício. Hoje, é ali que se concentram as grandes empresas de tecnologia e internet que conhecemos, como Google, Yahoo, Intel, Apple e HP.

    Se estas companhias gigantes (que já foram pequenas um dia) não têm a fórmula mágica do sucesso, pelo menos alguns pontos em comum seus fundadores têm. E para falar desta receita, empreendedores da região estiveram em São Paulo nesta terça-feira (09/10), num evento promovido pela Bric Chamber (Câmara Brasil, Rússia, Índia e China).

    Segundo eles, a primeira característica que um novo empresário deve ter é a inquietação com a rotina. “Nenhum empreendedor vai mudar o mundo, mas é isto que todos eles querem”, diz o brasileiro Reinaldo Normand, fundador da produtora de games Zeebo. Para ele, a “insatisfação” sobre as coisas que estão ao seu redor, leva o empreendedor a buscar novas ideias sempre.

    >>> Confira outras notícias sobre empreendedorismo

    A opinião é compartilhada por Paul Bragiel, um dos fundadores da I/O Ventures, empresa especializada em investir em projetos de start-ups. Ele diz que a busca por coisas novas é uma boa maneira de se inspirar e recomenda: “Gosto de me colocar em situações desconfortáveis. Viajar para um país que eu não conheça a língua, por exemplo, faz com que eu aprenda a me virar e tenha boas ideias”, diz.

    “Estou vendo o Brasil como era o Vale do Silício nos anos 90. Não havia muita estrutura, mas existia muita vontade”, diz Ashwin Navin, um dos fundadores do BitTorrent

    E quando as ideias vêm, os empreendedores do Vale do Silício alertam: não as desperdice, por mais simples que pareçam. Valorizar até os menores projetos foi o que ajudou Jawed Karim a fundar o YouTube junto com outros três amigos. Ele conta que o site de uploads de vídeo foi apenas uma de muitas ideias que os fundadores tiveram. “No início, queríamos montar um site de namoro que em vez de fotos, usasse vídeos. Decidimos investir nesta ideia e, com o tempo, o YouTube se tornou o que é hoje”, diz.

    Transformar as ideias simples em grandes produtos com inovação constante é outra habilidade do empreendedor de sucesso. Na opinião de Reinaldo Normand, as melhores ideias da atualidade vieram de um projeto inicial simples. “Talvez pouca gente se lembre do Apple I, mas foi o que tornou os produtos da Apple o que são hoje”, diz.

    Os empreendedores concordam que as ideias podem e devem ser aperfeiçoadas mesmo após seu lançamento no mercado, mas eles defendem também que é importante tentar prever a aceitação de seu projeto pelo público-alvo. “É muito importante estudar o mercado que você quer atuar, fazer sua própria pesquisa e tentar descobrir antecipadamente do que as pessoas poderiam gostar”, diz Aber Whitcomb, fundador da rede social MySpace.

    Jawed Karim, do YouTube, concorda, e dá outra ideia para os novos empresários. Segundo ele, uma boa maneira de tentar antecipar a aceitação de um produto, é olhar para ele com os olhos de um consumidor. “Você deve se perguntar: isto serviria para mim?”, diz ele, que afirma fazer uploads de vídeos com frequência no site e brinca: “devo ser um dos usuários mais ativos”.

    Empreender no Brasil

    Segundo os empreendedores do Vale do Silício, empreender no Brasil traz alguns desafios. A alta carga tributária e a burocracia para abrir uma empresa são fatores apontados como os maiores “impeditivos”. Para Ashwin Navin, um dos fundadores do BitTorrent, os impostos freiam a inovação em muitos setores, como o da tecnologia. “Não importa a classe social, hoje em dia todos precisam de um computador e isto tem que ser percebido pelo governo”, diz Navin, que acredita que a acessibilidade daria mais vazão à inovação.

    Mas além das questões governamentais, outras atitudes podem ser tomadas pela própria comunidade para melhorar o cenário do empreendedorismo no Brasil. Dividir experiências, sejam elas boas ou ruins, ajuda a incentivar a inovação. “Temos que aprender a compartilhar informações e valorizar novas ideias”, diz Reinaldo Normand, da Zeebo. Ashwin Navin concorda e afirma que isto é algo que acontece com frequência no Vale do Silício. “Afinal, não pode existir monopólio sobre as boas ideias”, diz.

    Todos eles são unânimes num ponto: há muito espaço para boas e novas ideias no país, especialmente na área tecnológica. Eles afirmam que, durante sua passagem ao Brasil, têm visitado empresas e visto bons trabalhos dos brasileiros. “Estou vendo o Brasil como era o Vale do Silício nos anos 90. Não havia muita estrutura, mas existia muita vontade”, diz Navin.

    Link do artigo: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI186519-16354,00-A%20RECEITA%20DO%20SUCESSO%20DO%20VALE%20DO%20SILICIO.html



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    Escrito por Fábio às 18h21
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    Tecendo o futuro

    Tecendo o futuro

    Toneladas de sobras de tecidos são descartadas no país todos os meses. A EcoSimple reaproveita essas aparas para criar um material reciclado de alta qualidade

    por Marisa Adán Gil
    Parece uma ideia simples: produzir e comercializar tecidos sustentáveis, que possam ser usados tanto na moda quanto na decoração. Mas foi preciso que três empresas diferentes - uma de fiação, outra de tecelagem e uma terceira focada em distribuição - se unissem para que surgisse a EcoSimple, especializada na reciclagem de tecidos. "Tem muita gente por aí que diz que faz tecido sustentável, mas não é verdade", diz Claudio Emídio Rocha, 40 anos, diretor comercial e um dos fundadores do negócio, com sede em Americana (SP). "Estão vendendo gato por lebre. O tecido da EcoSimple é feito com o mínimo de prejuízo para a natureza."

    Para chegar a esse resultado, tiveram de superar alguns obstáculos. Foi necessário investir em novas tecnologias que adequassem a matéria-prima artesanal (aparas de tecido) ao processo industrial (tecelagem). Uma das soluções encontradas foi adicionar 15% de fibras de PET reciclado durante a fiação. "Dessa maneira, conseguimos fazer um fio mais resistente, pronto para o uso." Também foi realizado um trabalho de convencimento do mercado. "Muita gente pensa apenas no dia de hoje. Mas a indústria têxtil é uma das que mais agridem a natureza. Isso devia ser mais importante." Outro problema, segundo ele, é a falta de uma política de impostos adequada. "No setor têxtil não há isenções, como as que existem em outras atividades ligadas à reciclagem."

    O negócio, que completou um ano de vida em setembro, deve faturar R$ 2,6 milhões em 2010 - em 2011, esperam chegar a R$ 12 milhões. "A tendência é de crescimento", diz Rocha. Recentemente, acertaram com o estilista Alexandre Herchcovitch a produção de uma linha de tecidos. Em breve a empresa deve fechar parcerias com duas importantes marcas de artigos esportivos.
    FIOS SUSTENTÁVEIS
    O processo de fabricação começa com a coleta das aparas de tecidos dispensadas por empresas de Blumenau (SC). Esse material é levado para um centro de triagem em Navegantes (SC), onde famílias de baixa renda separam os tecidos por cor e tipo. A matéria-prima segue para Americana (SP), onde acontece a fiação: os fios são separados em cones e depois encaminhados para a etapa final, de tecelagem.

    PADRÃO DE QUALIDADE
    Funcionários vistoriam o processo para garantir a qualidade do resultado. O tecido produzido pela EcoSimple é totalmente sustentável. Já sua produção não utiliza água, produtos químicos ou corantes - a tonalidade vem das sobras de tecido originais.

    DE OLHO NA PRODUÇÃO
    Claudio Emídio Rocha, diretor comercial e um dos fundadores do negócio, supervisiona o processo de tecelagem: os teares transformam os fios em tecidos de diferentes cores, que serão usados na confecção de roupas, artigos esportivos e de decoração.

    RECICLAGEM HI-TECH
    Operadores abastecem as máquinas com os fios reciclados, já fortalecidos com a adição de fibras de garrafa PET: foi necessário adaptar a matéria-prima artesanal ao equipamento de última geração.
    Link do artigo:
    http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI176100-17171,00-TECENDO%20O%20FUTURO.html



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    Escrito por Fábio às 18h20
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    Inovação e Sucesso nos Negócios

    Tecendo o futuro

    Toneladas de sobras de tecidos são descartadas no país todos os meses. A EcoSimple reaproveita essas aparas para criar um material reciclado de alta qualidade

    por Marisa Adán Gil
    Parece uma ideia simples: produzir e comercializar tecidos sustentáveis, que possam ser usados tanto na moda quanto na decoração. Mas foi preciso que três empresas diferentes - uma de fiação, outra de tecelagem e uma terceira focada em distribuição - se unissem para que surgisse a EcoSimple, especializada na reciclagem de tecidos. "Tem muita gente por aí que diz que faz tecido sustentável, mas não é verdade", diz Claudio Emídio Rocha, 40 anos, diretor comercial e um dos fundadores do negócio, com sede em Americana (SP). "Estão vendendo gato por lebre. O tecido da EcoSimple é feito com o mínimo de prejuízo para a natureza."

    Para chegar a esse resultado, tiveram de superar alguns obstáculos. Foi necessário investir em novas tecnologias que adequassem a matéria-prima artesanal (aparas de tecido) ao processo industrial (tecelagem). Uma das soluções encontradas foi adicionar 15% de fibras de PET reciclado durante a fiação. "Dessa maneira, conseguimos fazer um fio mais resistente, pronto para o uso." Também foi realizado um trabalho de convencimento do mercado. "Muita gente pensa apenas no dia de hoje. Mas a indústria têxtil é uma das que mais agridem a natureza. Isso devia ser mais importante." Outro problema, segundo ele, é a falta de uma política de impostos adequada. "No setor têxtil não há isenções, como as que existem em outras atividades ligadas à reciclagem."

    O negócio, que completou um ano de vida em setembro, deve faturar R$ 2,6 milhões em 2010 - em 2011, esperam chegar a R$ 12 milhões. "A tendência é de crescimento", diz Rocha. Recentemente, acertaram com o estilista Alexandre Herchcovitch a produção de uma linha de tecidos. Em breve a empresa deve fechar parcerias com duas importantes marcas de artigos esportivos.
    FIOS SUSTENTÁVEIS
    O processo de fabricação começa com a coleta das aparas de tecidos dispensadas por empresas de Blumenau (SC). Esse material é levado para um centro de triagem em Navegantes (SC), onde famílias de baixa renda separam os tecidos por cor e tipo. A matéria-prima segue para Americana (SP), onde acontece a fiação: os fios são separados em cones e depois encaminhados para a etapa final, de tecelagem.

    PADRÃO DE QUALIDADE
    Funcionários vistoriam o processo para garantir a qualidade do resultado. O tecido produzido pela EcoSimple é totalmente sustentável. Já sua produção não utiliza água, produtos químicos ou corantes - a tonalidade vem das sobras de tecido originais.

    DE OLHO NA PRODUÇÃO
    Claudio Emídio Rocha, diretor comercial e um dos fundadores do negócio, supervisiona o processo de tecelagem: os teares transformam os fios em tecidos de diferentes cores, que serão usados na confecção de roupas, artigos esportivos e de decoração.

    RECICLAGEM HI-TECH
    Operadores abastecem as máquinas com os fios reciclados, já fortalecidos com a adição de fibras de garrafa PET: foi necessário adaptar a matéria-prima artesanal ao equipamento de última geração.
    Link do artigo:
    http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI176100-17171,00-TECENDO%20O%20FUTURO.html



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    Escrito por Fábio às 18h20
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    Inovação e Sucesso nos Negócios

    Rede de salões espanhola propõe novo modelo de negócio com serviços de baixo custo

    Terça, 09 de Novembro de 2010 - 10:48:09 (Brasília)

    O conceito de low cost (baixo custos) já não é exclusivamente reservado ao turismo (vôos, hotéis, aluguéis de carro). Após deixar seu cargo de CEO da Procter & Gamble para Espanha e Portugal, o espanhol Jaume Martinez decidiu que era hora de criar uma nova proposta de salão de beleza que fosse acessível para todos os orçamentos.

    A proposta surgiu após perceber que a maioria salões que fechavam suas portas na Espanha tinham uma baixa rotatividade de clientes, os preços estavam altos e os proprietários com muitos custos para seu funcionamento.

    Assim nasceu a easyCut, a primeira rede espanhola de salões de beleza low cost que revolucionou o setor de franquias com um modelo de negócios altamente rentável introduzindo ao mercado um produto inovador.

    Em 2005, Martinez comprou um salão em Barcelona que tinha fechado recentemente e montou sua estrutura oferecendo serviços de qualidade com preços baixos e no primeiro mês de funcionamento o salão teve 1.200 clientes.

    As inovações não param por aí. A easyCut tornou se a primeira cadeia do mundo a vender seus serviços pela internet em seu website www.easycut.es.  Os clientes podem selecionar os serviços que desejam e comprá-los com 30% de desconto, depois basta dirigir-se a um dos salões da rede para execução do serviço. Esta ferramenta de venda tornou se o maior aliado do faturamento da empresa e nos primeiros quatro meses de “teste” o site vendeu sete mil serviços.

    Os preços são competitivos em relações ao demais salões. Você pode comprar os serviços  pela internet e pagar apenas 8 euros para lavar e secar, 10 euros o corte e 12 euros a coloração, estes  preços são possíveis, pois na easyCut o cliente paga apenas pelo serviço.

    Para cumprir o objetivo de oferecer preços justos para o consumidor, a rede não faz grandes investimentos em projetos de decoração, mobiliário e não oferecem café ou revistas como cortesias para seus clientes. A equipe trabalha em gestão de baixos custos e sem níveis de hierarquia, todos os funcionários fazem de tudo.

    A rede se preocupa também na qualidade dos seus serviços investindo na formação de seus profissionais dentro do próprio salão. Seus formadores e gestores são profissionais com mais de 20 anos de experiência no mercado.

    Hoje a rede conta com mais de 80 salões empregando 600 profissionais.

    A empresa teve em 2009 um faturamento de 22 milhões de Euros com um aumento de 30% em relação ao ano anterior. O objetivo, diz o fundador e proprietário, é de atingir o numero de 1.200 salões nos próximos 5 anos.

    Link do artigo: http://www.beautyfair.com.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=1522



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    Escrito por Fábio às 18h19
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    Saia por cima na febre verde

    Saia por cima na febre verde - Gregory Unruh e Richard Ettenson

    Não deixe as concorrentes ditarem o significado de sustentável em seu setor.

      Em algum lugar, nesse exato instante, alguém estádefinindo o que significa sustentabilidade para seu setor, sua empresa, seus produtos. Para onde quer que o leitor olhe - indústria têxtil, comunicação, agricultura, automóveis, alta tecnologia -, a disputa verde está deixando de ser uma corrida para lançar produtos ambientalmente corretos e virando uma batalha para definir o que constitui um produto verde em primeiro lugar. A definição pode variar de um setor, de uma empresa ou de uma classe de produtos para outra. Mas, seja qual for sua área, se não estiver envolvida no debate e na definição das normas, o risco é que acabe sendo avaliada à luz de padrões de sustentabilidade que não pode honrar. Pior, pode ser deixada para trá por uma concorrente astuta que tenha se posicionado estrategicamente como legítima baluarte do novo ideal verde.

     

    Continua no link:



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    Escrito por Fábio às 18h18
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    Cruzada norte - Ponte Rio Negro-Iranduba

    Cruzada norte - Ponte Rio Negro-Iranduba

    Com 3,6 km de extensão, ponte terá dois trechos convencionais nas margens do rio e dois trechos estaiados no centro, além de estacas com até 100 m de comprimento.

    O Estado do Amazonas inaugura em dezembro uma das obras mais importantes da sua história: a Ponte Rio Negro-Iranduba, que interliga a região metropolitana de Manaus à cidade de Iranduba. Com 3,6 mil m de extensão, a estrutura permitirá o acesso rodoviário entre os dois municípios, facilitando o escoamento da produção agrícola, a integração regional, o incremento do turismo e o desenvolvimento urbano. Atualmente, esse trajeto é feito por meio de balsas, que levam cerca de 40 minutos para atravessar o rio. Com a ponte, o tempo de travessia cairá para cinco minutos.

    ...Logística da obra
    A construção da ponte sobre o Rio Negro demandou a instalação de dois canteiros de obras, posicionados um de cada lado da margem. Na parte esquerda, lado de Manaus, foram implantados os principais espaços: escritório administrativo, alojamentos, duas centrais de concreto, central de armação e carpintaria, além de uma fábrica de pré-moldados, cuja capacidade de produção era de aproximadamente 12 vigas longarinas/mês e 380 pré-lajes/mês. Na margem de Iranduba, por sua vez, também estavam espaços de estocagem e de fabricação de vigas longarinas e de camisas metálicas para as estacas. "Por ter somente uma treliça lançadeira disponível, iniciamos a obra pela margem esquerda e, assim que a terminamos, instalamos outro canteiro na margem direita. No final da obra, passamos a utilizar os dois canteiros", explica o diretor de obras do Consórcio Rio Negro. Para o transporte de materiais da margem ao local em que seriam utilizados, foi necessário o uso de 54 balsas e a construção de um pequeno porto para carga e descarga.

    Não só a logística interna da obra como também a chegada de materiais necessitou de um planejamento rigoroso dos engenheiros. De acordo com Henrique Domingues, todos os equipamentos e produtos tiveram que ser transportados por meio de balsas ou avião. "Manaus, apesar de ser uma capital, é uma cidade em que os materiais só chegam por meio de avião ou de barcos, o que acarretou um planejamento mais detalhado e uma visão de longo prazo", afirma o engenheiro. "Agora, colocar o equipamento ou o recurso não significava o fim do problema porque se começava então a logística dentro da obra. Um guindaste que chegasse de São Paulo, por exemplo, tinha que ser embarcado numa balsa, que tinha que ser toda adaptada para isso", completa. As equipes trabalharam em regime de 24 horas, em dois turnos. No pico da obra, havia cerca de três mil operários contratados pelo consórcio. Apesar disso, a circulação de navios e embarcações no Rio Negro não foi interrompida em nenhum momento, mesmo porque o trânsito nesse trecho não é tão significativo pois toda a área industrial e portuária de Manaus fica longe da ponte. A ponte sobre o Rio Negro é uma obra do Governo do Amazonas, com investimentos de R$ 811 milhões provenientes de recursos do Governo Federal e financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

     

    ...

    Para ler toda o artigo:

    http://www.cspublisher.com//admin//produtos//PTE//engenharia-civil/164/cruzada-norte-com-36-km-de-extensao-ponte-tera-191609-1.asp?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=Revista+T%E9chne+%7C%A0Cru&utm_campaign=NL+16%2F11%2F2010&utm_term=fabiofma@uol.com.br



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    Escrito por Fábio às 18h17
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    O futuro está aí

    O futuro está aí

    Don Tapscott

    Segunda-feira, 06 de dezembro de 2010 - 08h44

    A web desafia velhos monopólios e desequilíbrios de poder.

     

    Graças principalmente à internet, monopólios de longa data e desequilíbrios de poder estão sendo desafiados à medida que mais pessoas, de mais regiões do mundo, se conectam, colaboram e competem no palco global. Jovens em toda parte questionam as tradições de instituições veneráveis, como a universidade, os jornais, as organizações médicas e todo o aparato do governo representativo.

     

    Setores industriais com dificuldades, a exemplo de energia e transportes, estão no meio de uma profunda mudança enquanto a era digital revela novas oportunidades para acelerar a pesquisa e a colaboração em torno de alternativas sustentáveis.

     

    No futuro, vamos olhar para o período atual como um tempo em que o mundo iniciou uma transição histórica do capitalismo industrial para um novo tipo de economia baseado em novos princípios e novas formas de pensar e agir. Alguns, obviamente, vão dizer que os efeitos de longo prazo dessas mudanças são difíceis de prever com precisão. Pode ser verdade, mas vale lembrar que o futuro é algo para se alcançar, não para predizer. E, no meio da névoa e da confusão, começam a se revelar os contornos de novas formas de organização humana, tão revolucionárias quanto aquelas trazidas pela invenção da imprensa há cinco séculos. Graças ao novo meio global de colaboração e a um nível de conectividade social sem precedentes, as pessoas em empresas, governos e na sociedade como um todo têm poderosas ferramentas para reinventar as instituições com base em novos princípios organizacionais.

     

    Em cada situação, estamos vendo como a nova era de inteligência mostra que as abordagens convencionais são insuficientes e, muitas vezes, completamente inadequadas. A inovação colaborativa, por exemplo, está matando, nas escolas de negócios, a velha mentalidade de planejar e tocar em frente. Os cidadãos que criam as políticas e serviços provam que o estilo “tamanho único” de governo é um anacronismo. As universidades do século 21 se parecem cada vez mais com uma rede global do que com uma torre de marfim. E, assim como os jornalistas agora convivem com um ecossistema muito mais amplo de produtores de conhecimento, comunidades auto-organizadas de pacientes e uma ênfase maior em educação e medicina preventiva estão começando a melhorar os cuidados convencionais com a saúde.

     

    Em meu ponto de vista, já chegaram o tempo e as ferramentas para que cada um de nós possa abraçar a transformação em nossas casas, comunidades e locais de trabalho.

    Link do artigo: http://info.abril.com.br/noticias/internet/artigo-o-futuro-esta-ai-06122010-0.shl



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    Escrito por Fábio às 18h16
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    Maioria dos brasileiros pagaria mais por produtos ecologicamente corretos

    Maioria dos brasileiros pagaria mais por produtos ecologicamente corretos

    Lilian Ferreira - Do UOL Ciência e Saúde
    Em Cancún (México)

    Durante a Conferência do Clima, COP-16, que ocorre em Cancún, no México, são discutidos dia e noite o aquecimento global e as mudanças climáticas. Para todos aqui, a preocupação é grande, mas e para o grande público?

    A maioria dos brasileiros diz que aceitaria pagar mais por produtos ecologicamente coretos, mas apenas 1 em cada 10 dá preferência a estes produtos na hora da compra. É o que indica pesquisa feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e pelo Ibope, com mais de 3.000 pessoas em 191 cidades.

    Além disso, 90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global é grave ou muito grave. Este é o terceiro tema ambiental que mais preocupa, após o desmatamento e a poluição da água.

    Quanto aos principais setores causadores das emissões dos gases do efeito estufa, o brasileiro se mostrou confuso.  Para 20%, o maior responsável seria o lixo e o esgoto produzido nas residências. Para 19%, a fumaça e emissão de gases dos veículos automotores; para 18%, a indústria; e para 16%, o desmatamento. Apesar de quase 1 em cada 5 brasileiros culpar a indústria, 47% acreditam que crescimento econômico e proteção ambiental são conciliáveis.

    Heloisa Menezes, diretora de relações institucionais da CNI, afirma que apenas 4% do total das emissões no Brasil vêm da indústria. “Se você contar com todo o ciclo de vida chega a no máximo 10%. Mas mesmo assim temos que buscar eficiência energética e inovação tecnológica para diminuir cada dia mais este número”.

    Entretanto, os entrevistados não sabiam muito bem o que fazer para preservar o meio ambiente. As maiores contribuições são evitar o desperdício de água (71%), não jogar lixo nas ruas (63%), economizar energia elétrica (57%) e reciclagem (37%). Apenas 6% disseram ter carro, mas procurar usar outros meios de transporte para diminuir a poluição.

    Link do artigo: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/12/08/maioria-dos-brasileiros-pagaria-mais-por-produtos-ecologicamente-corretos.jhtm



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    Escrito por Fábio às 18h15
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    Sinal Verde para os Empreendedores

    Sinal verde para os empreendedores

    Você sabe como aliar sustentabilidade e lucro? Hoje, a discussão em torno do empreendedorismo sustentável está cada vez maior

    Por Tiago Aguiar, www.administradores.com.br

    A preocupação com o meio ambiente está cada vez mais em pauta nos meios de comunicação e vem ganhando espaço também no ramo empresarial. Em 2009, a Global Entrepreneurship Monitor (GEM) realizou uma pesquisa, divulgada recentemente, para avaliar o desenvolvimento desse setor no Brasil.

    Segundo o estudo, o país atingiu uma taxa de empreendedorismo por oportunidade maior do que por necessidade. De 2001 até o ano passado, esse índice passou de 8,5% para 9,4%, o que representa um aumento substancial.

    O empreendedorismo por oportunidade é aquele em que o empresário começa uma atividade para melhorar de vida. Assim, os focos principais deixam de ser a sobrevivência e o lucro, o que abre espaço para outros fatores importantes no desenvolvimento dos negócios. Diante disso, como aliar o crescimento da empresa com a sustentabilidade, tema de destaque nos dias de hoje? A questão gera discussões, principalmente se falarmos de mudanças radicais na estrutura dos empreendimentos.

    Antes de tudo, criar estratégias para desenvolver alterações no cotidiano da empresa é uma tarefa fundamental. Nesse sentido, os principais aspectos que devem ser levados em conta são: viabilidade econômica do projeto, impactos ambientais e as melhores práticas sociais. Para isso, modificações de um dia para outro não dão conta das novas demandas, mas, sim, quando são planejadas sistematicamente. Somente por esse caminho podem ser realizadas de forma gradual e concreta.

    Assim, pequenas e médias empresas, por meio de poucos investimentos, podem adotar algumas medidas importantes. Simples ações, como racionalizar o uso da energia elétrica, desligando das tomadas aparelhos inativos, diminuem gastos e ainda contribuem de forma eficaz com o meio ambiente.

    Acredito que quem deseja unir desenvolvimento econômico e baixos níveis de desperdício de recursos pode, ainda, adquirir mercadorias e materiais básicos produzidos a pequenas distâncias do ambiente de trabalho. Com base nisso, o gasto de combustíveis fósseis, altamente danosos ao meio ambiente, no transporte de mercadorias e serviços fica cada vez menor.

    Empreender de forma sustentável também gera efeitos positivos no longo prazo. As empresas que praticam as atitudes que unem questões ambientais, preocupação social e desenvolvimento econômico tendem a conseguir uma posição mais bem-sucedida no mercado. Com o tempo, ficam conhecidas pelo dinamismo, pela ética e responsabilidade. Adquirem mais estabilidade e conquistam mais lucros, até mesmo diminuindo gastos. Um dos motivos para que isso seja possível está ligado ao fato de que organizações conhecidas como "verdes" têm suas marcas mais valorizadas.

    Ainda pensando nas questões futuras, o empreendedor deve levar em conta a inserção das gerações Y e Z no mercado de trabalho. Um exemplo disso é o Programa Iniciativa Jovem, do Grupo Shell, que capacita jovens para criarem projetos sustentáveis, desenvolvendo neles o espírito empreendedor. Conhecidas por atuar em ambientes mais práticos, ágeis e dinâmicos, as novas gerações valorizam organizações focadas e responsáveis, conscientes dos problemas sociais e comprometidas com o meio ambiente.

    Desta forma, o empreendedorismo que pretende se tornar sustentável necessita de planejamento para evitar riscos e prejuízos, aumentando os lucros, em todos os sentidos. Grandes mudanças em curto prazo de tempo podem gerar problemas na estrutura e no funcionamento da empresa. E pensar nas gerações que assumirão o empreendimento no futuro é tão importante quanto criar medidas no presente. O fundamental é fazer acontecer, ou seja, desenvolver e colocar em prática projetos que atendam às necessidades internas e às do cliente, sem comprometer o meio ambiente e agindo socialmente de maneira ética.

    *Tiago Aguiar é apresentador do Atitude BR, programa transmitido aos domingos pela Bandeirantes que visa fomentar, informar e educar os empresários com base nos exemplos e na rotina das empresas de pequeno e médio porte. Aguiar é advogado e empresário desde os 23 anos.

     

    http://administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/sinal-verde-para-os-empreendedores/38106/



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    Escrito por Fábio às 18h13
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    tudo avalia pequenas empresas em 20 países iberoamericanos

    Estudo avalia pequenas empresas em 20 países iberoamericanos

    Apresentado pela primeira vez no Brasil, pesquisa revela micro e pequenos negócios em países iberoamericanos, investimentos e impactos na sociedade

    Da Agência Sebrae de Notícias
    Nesta sexta-feira (10), o Sebrae em São Paulo e a Fundação para a Análise Estratégica e Desenvolvimento da Pequena e Média Empresa (FAEDPYME), da Espanha, apresentam duas pesquisas. A primeira, realizada em 20 países ibero americanos, será apresentada pela primeira vez no Brasil, e mostra a realidade em que pequenas e médias empresas se desenvolvem nesses países. A segunda indica os cenários e os critérios de mortalidade e sobrevivência de micro e pequenas empresas no Brasil. Os estudos serão apresentados na sede do Sebrae São Paulo, na capital paulista.

    O Relatório Análise Estratégica para o Desenvolvimento de Micro, Pequena e Média Empresa (MPME) em Iberoamérica 2009 foi realizado ao longo do ano de 2009 em 20 países iberoamericanos. Entre eles estão Brasil, Argentina, Colômbia, México, Costa Rica, Panamá, Peru e Espanha. Para o levantamento de dados, foram entrevistados 1.970 gerentes de MPME. A coordenação da pesquisa foi da FAEDPYME, impulsionada pelas Univerdidades de Cantabria, Murcia e Politécnica de Cartagena, todas na Espanha.

    O estudo mostra que as MPME iberoamericanas que possuem perfil mais jovem, competitivo e inovador são as que estão mais bem preparadas para enfrentamento de crises. O relatório também aponta pontos fortes e fracos dos empreendimentos, a estrutura onde estão organizadas, e a capacidade que possuem de gerar emprego e valor agregado. Por ter sido realizado no período pós-crise econômica, o estudo aponta, ainda, dados interessantes sobre exportações e crescimento dos empreendimentos.

    Entre os dados de perfil apontados pela pesquisa está que a média de tempo de fundação das MPEM iberoamericanas é de 16 anos (73% das estudadas). Elas também têm, em sua maioria, mais de um sócio (70%) e têm à frente diretores com média de 47 anos de idade, com estudos universitários (69%). 70% da empresas pesquisadas realizaram algum tipo de inovação, e apenas 26% exportaram ao longo do ano passado (entre as que exportaram, a venda para o comércio externo representou 28% do faturamento).

    Já a pesquisa ‘Doze anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas’ foi realizada pelo Sebrae paulista em todo o estado de São Paulo. Nela, são apresentados índices de mortalidade (fechamento) das empresas e são apontados os principais fatores que contribuem para esta mortalidade empresarial. O rastreamento engloba cerca de 3 mil empresas abertas nos anos de 2003 a 2007, com os dados de registro da Junta Comercial e de identificação do CNPJ na Receita Federal.

    Além das taxas, o estudo apresenta o perfil do gestor, a faixa etária do empreendedor, as formas de financiamento para abertura do negócio, o sentimento no encerramento das atividades e a estimativa do custo social do fechamento das empresas paulistas. De acordo com a pesquisa, a taxa de mortalidade das empresas paulistas, constituídas entre 2003 e 2007, é de 27% para empresas com um ano de atividade, chegando a 58% para empresas com até cinco anos de atividade.

    Nos 12 anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas, registrou-se uma queda da taxa de mortalidade de empresas. Na edição da pesquisa com empresas constituídas entre 1995 e 1999 concluiu-se que 35% das empresas fechavam em seu primeiro ano no mercado e 71% encerravam as atividades até o quinto ano.

    A queda nas taxas de mortalidade empresarial, em perspectiva histórica, é atribuída: à retomada do crescimento do país; melhora do perfil dos empreendedores (maior escolaridade, maior busca de apoio e maior capacitação) e melhora na legislação em favor dos negócios de micro e pequeno porte. Os fatores contribuintes para o fechamento das empresas jovens são: ausência de comportamento empreendedor; falta de um planejamento adequado antes da abertura; deficiências na gestão do negócio após a abertura; problemas conjunturais e insuficiência ou falta de abrangência de políticas de apoio ao segmento. A taxa de mortalidade das empresas clientes do Sebrae São Paulo (18% no primeiro ano) é inferior à média geral do mercado (27% no primeiro ano).

    As apresentações das pesquisas serão seguidas de debates e planejamentos de estudos conjuntos futuros. Entre os objetivos estão a análise e comparação de dados em diferentes países estudados e planejamento de estudos mais aprofundados em cada um dos 20 países envolvidos. Na ocasião, estarão presentes representantes de entidades e instituições de ensino do Brasil, Espanha, México, Costa Rica, Argentina, Panamá, Colômbia, República Dominicana, Peru e Chile.



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    Escrito por Fábio às 18h12
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